ZAPPIANDO

Arquivo para maio, 2011

NILSON COMENTA CIRANDA DE PEDRA

*Por Nilson Xavier

Armando Bógus e Eva Wilma, como Daniel e Laura.

Essa semana a novela “Ciranda de Pedra”, versão de 1981, completou 30 anos de sua estreia. Eu pude acompanhá-la na reprise apresentada dentro do TV Mulher, em 1983. Tinha uns 14 anos, nesta época. Novela apaixonante, folhetinesca e envolvente. Como não se emocionar com o drama da doce Virgínia (Lucélia Santos), renegada pelo pai (Natércio Prado, de Adriano Reys) e pelas irmãs (Otavia de Priscila Camargo e Bruna de Silvia Salgado), encontrando apenas o apoio na mãe doente, bipolar, Laura, vivida intensamente por Eva Wilma, e no “tio” Daniel (Armando Bógus), que descobre-se mais tarde ser na verdade o seu pai biológico. Inesquecível também foi a atuação de Norma Blum, como a governanta alemã Frau Herta, com ares de nazista, severa e intransigente.

Os anos 40 foram poucas vezes reproduzidos em nossa teledramaturgia. E em “Ciranda de Pedra” estiveram magnificamente representados, com todo o charme, distinção e sobriedade da época da Segunda Guerra. E é preciso lembrar que essa novela pouco tem a ver com a versão de Alcides Nogueira do mesmo livro, que foi ao ar em 2008.

Tenho boas lembranças de “Ciranda”, como uma novela bonita, emocionante, com um tema pesado, denso, mas irresistivelmente folhetinesco nas mãos de seu adaptador, o experiente Teixeira filho, que vinha da Tupi. Era uma trama calcada em personagens fortes e complexos, o que exigia interpretações à altura. E o seu elenco deu conta do recado!

A mim deixou saudades. Como cantado em seu tema de abertura:

“Melancolicamente… voltei ao passado…”

 

Fotos: Divulgação

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Nilson Xaviertwitter.com/Teledramaturgia


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ZAPPIANDO ESTREIA A COLUNA “NILSON COMENTA”

Ele tinha 10 anos quando começou anotar detalhes sobre novelas em um caderno, o elenco, a história, a trilha sonora, bastidores, e daí não parou mais. Hoje todas essas informações estão reunidas em um site, o Teledramaturgia, a maior referência sobre o assunto.

Estou falando de Nilson Xavier, um catarinense de Joinville, que hoje mora em São Paulo e trabalha como Analista de Sistemas, mas é expert em Telenovelas. Seu vasto conhecimento sobre o gênero também já foi dividido com os leitores do livro “Almanaque da Telenovela Brasileira” e em diversas entrevistas em programas de TV e para jornais, revistas e internet. E eu tive a honra de contar com a riquíssima participação dele no meu Trabalho de Conclusão de Curso, o vídeodocumentário “Fábrica de Ilusões”, como eu já comentei aqui no Blog.

E é também com muita honra que o “Zappiando” dá as boas-vindas a este queridão e a partir de hoje publicaremos semanalmente a Coluna “Nilson Comenta”, na qual ele comentará diversas novelas e programas. A Coluna será publicada aos finais de semana.

Confira na próximo post o texto de estreia, no qual “Nilson Comenta Ciranda de Pedra“.

Espero que goste, caro internauta.

Um forte abraço!

Paulo Ricardo Diniz

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Nilson Xavier: twitter.com/Teledramaturgia

CANAL VIVA – 1 ANO: A OPORTUNIDADE DE MATAR SAUDADES

Nesta semana o Canal Viva está comemorando o seu primeiro aniversário.

O Canal é dedicado à reprises de novelas, minisséries, programas e seriados antigos da TV Globo, e alguns da atual programação, como: Estrelas, Mais Você, Vídeo Show e Caldeirão do Huck.

Em 1 ano, o Viva tem um sucesso consolidado e está entre os mais vistos da TV Paga. Além de seus programas serem bem comentados no Twitter durante suas exibições, alcançando às vezes o Trending Topics – o ranking do microblog. Sem contar os personagens de suas novelas em reprise que também ganham perfis na rede social, como é o caso do personagens de “Vale Tudo”, seu maior sucesso. Perfis como: @mordomoeugenio, @tiacelina @helenaroitman e @raquelvaletudo estão sempre comentando a novela.

Hoje o Canal é querido não só pelos telemaníacos como também pelos demais telespectadores que às vezes sem uma boa opção nos programas atuais optam por ver os antigos exibidos pelo Canal. Já ouvi várias pessoas comentando que assistiram um programa ou outro.

E para os noveleiros de plantão, que sonhavam com reprises de novelas antigas no Vale a Pena Ver De Novo e até tinham desistido de algumas, o Viva se tornou a ‘salvação da lavoura’.

Veja abaixo a lista das novelas e minisséries que estão no ar:

Vale Tudo

Malhação 2000

O Rei do Gado

Vamp

A Muralha

Anos Dourados

E as que já foram reprisadas:

Malhação Múltipla Escolha

Quatro Por Quatro

Por Amor

A Casa das Sete Mulheres

Memorial de Maria Moura

Hilda Furacão

Engraçadinha

Desejo

Chiquinha Gonzaga

Dona Flor e Seus Dois Maridos

Sex Appeal

Veja o vídeo com a estreia do Canal VIVA, dia 18 de agosto de 2010.

Foto e Vídeo: Divulgação / Youtube

RECORDANDO: 20 ANOS DO ÚLTIMO CAPÍTULO DE “MEU BEM MEU MAL”

Há 20 anos ia ao ar o último capítulo de “Meu Bem Meu Mal“, no horário nobre global. A novela de Cassiano Gabus Mendes, escrita com Maria Adelaide Amaral e Djair Cardoso, tinha enredos de um bom folhetim, como o próprio autor admitia.

O derradeiro capítulo 173 trazia os desfechos da história que colocava em cheque as diferenças entre as classes sociais e uma rede de intrigas que geravam amor e ódio.

A empresária Isadora Venturini (Sílvia Pfeiffer) termina sozinha, numa cena que marca bem esta solidão: já de noite, ela deixa o escritório da Venturini Designerse segue para casa, na cena final.

Seus filhos, Victória (Lizandra Souto) e Marco Antônio (Fábio Assunção), têm finais felizes ao lado dos amores que encontraram no subúrbio.

Fernanda (Lídia Brondi) e Doca (Cássio Gabus Mendes), depois de trocarem farpas durante toda a trama, se entendem e se apaixonam.

E o mordomo Porfírio (Guilherme Karan) enfim consegue conquistar a sua “Divina Magda” (Vera Zimermann). Ricardo Miranda (José Mayer) fica com Patrícia (Adriana Esteves), a moça que se aproximou dele por vingança, mas acabou se apaixonando.

A novela marcou a estreia dos atores Fábio Assunção e Milla Christie,  e foi  a última de Lídia Brondi, que encerrou sua carreira como atriz. Lidia se casou com seu par romântico, Cássio Gabus Mendes, e vivem juntos até hoje.

Foi também a primeira de Sílvia Pffeiffer, muito criticada por sua atuação. Antes ela havia feito a minissérie “Boca do Lixo”.

Os atores Zilda Cardoso e Jorge Dória garantiam muito humor à trama com seus personagens Dona Elza e Seu Emílio. Ela inclusive estava na antológica cena em que Dom Lázaro Venturini (Lima Duarte), está entrevado numa cama após um derrame, e volta a falar pedindo melão. Cena esta que originou o nome do Blog do meu amigo Vitor Santos, o “Eu Prefiro Melão“.

A novela foi reprisada no Vale a Pena Ver De Novo entre 12 de agosto e 22 de novembro de 1996. Neste ano também completa, portanto, 15 anos de sua reprise.

Foto e Vídeos: Divulgação / Youtube

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NA TRILHA DO JOTA QUEST

Neste ano o Jota Quest completa 15 anos de carreira. Com 10 álbuns lançados – o último é justamente para comemorar a data – algumas das canções do grupo embalou vários personagens de novelas, seriados e filmes. Por isso, hoje vamos entrar “Na Trilha” do Jota Quest e relembrar essas trilhas.

O grupo iniciou a carreira com o nome Jay Quest e posteriormente mudou para Jota Quest. No início participou de vários programas de TV, mas a primeira música em trilha de novela veio apenas 5 anos depois, em 2001.

Em “Porto dos Milagres“, a música Um Raio Laser era tema de Alexandre, personagem de Leonardo Brício.

Já a música O Que Eu Também Não Entendo fez parte da trilha da novela “Roda Viva“, na Record. E no “Sítio do Pica-Pau Amarelo“, Pedrinho tocava para o personagem homônimo da obra de Monteiro Lobato.

Em 2003, duas de suas canções viraram hits e esteve entre as mais tocadas das rádios de todo o Brasil. Só Hoje, sucesso em “Malhação“, e Amor Maior, que embalava o romance dos primos Diogo (Rodrigo Santoro) e Luciana (Camila Pitanga), em “Mulheres Apaixonadas“. A música entrou no CD 2 da novela.

Em “Malhação” fez parte de mais duas trilhas, na temporada de 2004, com Do Seu Lado, e na de 2007, e com Já Foi.

E se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou”. Os versos são de O Sol, sucesso na novela “Cobras e Lagartos” e também nas rádios.

Em 2009, o grupo teve três músicas em trilhas. As armações do Macaco Chico e as cenas românticas de Dênis (Marcos Pasquim), em “Caras e Bocas“, ganhavam um toque especial com De Volta ao Planeta dos Macacos e Vem Andar Comigo, respectivamente.

Enquanto isso no horário das seis, La Plata caia como uma luva para as maldades da vilã Verônica (Paola Oliveira), em “Cama de Gato“. Inclusive na cena em que a maquiavélica tenta fugir do país e dá “bye bye para o Brasil” olhando para a câmera.

No ano passado, Tudo Me Faz Lembrar Você estava na trilha do filme “Muita Calma Nessa Hora“, com roteiro de Bruno Mazzeo.

Vídeos: Youtube


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SUCESSO E GLÓRIA: A TRAJETÓRIA DE GLÓRIA PIRES


Por acaso ela estreou na TV, mas não por acaso ela permaneceu. Vamos relembrar a trajetória de sucesso e “glórias” da atriz Glória Pires.

Em sua estreia na TV.

Com Lauro Corona, em "Dancin' Days".

Ela estreou na TV com apenas 5 anos na novela “A Pequena Orfã‘, da extinta TV Excelsior, em 1968. Em seguida atuou ao lado do pai, o ator Antonio Carlos Pires, e do humorista Chico Anysio. Depois fez outras novelas e programas, como: “O Semideus” e “Duas Vidas“, de Janete Clair, e “Satiricon“, “Faça Humor, Não Faça Guerra” e “Chico em Quadrinhos“. Mas, foi em 1978, na novela “Dancin’ days“, que Glória teve maior projeção. Ela era Marisa, o alvo da disputa entre a mãe, Júlia Mattos (Sônia Braga), e a tia que a criou, Yolanda Pratini (Joanna Fomm). Foi neste trabalho em que a atriz conheceu o ator Lauro Corona, seu par romântico, e se tornaram grandes amigos.

O papel em “Dancin’Days” lhe rendeu o troféu APCA de atriz revelação e a protagonista da novela “Cabocla“, no ano seguinte., novela em que fez par com Fábio Junior, com quem acabou se casando depois.

Em "Água Viva", com Kadu Moliterno.

Em 1980, Glória interpreta a personagem Sandra na novela “Água Viva. Na trama ela é filha de Miguel Fragonard (Raul Cortez) e sofre por ficar orfã. No mesmo ano, protagonizou a novela “As Três Marias“, ao lado de Nádia Lippi e Maitê Proença, vivendo Maria José, a Jô.

Três anos depois, estava em “Louco Amor“, como a ambiciosa Cláudia.

Como Ana Terra, na minissérie "O Tempo e o Vento".

Em 1985, em comemoração aos 20 anos da Rede Globo, a emissora lançou a minissérie “O Tempo e o Vento“, baseada na obra de Érico Veríssimo. Glória viveu Ana Terra, uma das protagonistas. A atriz conciliou as gravações da minissérie com a da novela “Partido Alto“, seu trabalho anterior, em 1984.|

Em 1987, fez novamente par romântico com o amigo Lauro Corona, na novela  “Direito de Amar“. A trama era de época, assinada por Walther Negrão e baseada na obra de Janete Clair.

1988 foi um ano de ouro para Glória Pires. Em “Vale Tudo” ela viveu sua primeira grande vilã, a sempre lembrada Maria de Fátima. A trama questionava se valia a pena ser honesto no Brasil.

Glória começou os anos 90 com a non-sense “Mico Preto“, como a trapaceira Sarita, e emendou com “O Dono do Mundo“, no ano seguinte, em que vivia Stela, a mulher do protagonista-vilão Felipe Barreto (Antônio Fagundes).

Mulheres de Areia” entraria no ar em 1992, mas Glória, que viveria as protagonistas gêmeas Rute e Raquel, engravidou de sua primeira filha com Orlando Morais, Antonia, e a novela foi adiada para o ano seguinte. A trama de Ivani Ribeiro foi um grande sucesso, com audiência superior a 50 pontos, sendo a maior da década no horário.

Em 1994, a atriz viveu a personagem-título da minissérie “Memorial de Maria Moura“, considerado um de seus melhores trabalhos. Na minissérie, sua filha, hoje atriz, Cléo Pires, fez uma participação como Maria Moura quando criança.

Em "O Rei do Gado"

Em 1996, Glória cortou as madeixas para dar vida à impostora Rafaela, que se fazia passar por Marieta, a herdeira de uma grande fortuna, em “O Rei do Gado“.

Meses depois do final de “O Rei do Gado“, ela brilhava no horário das seis como a babá Nice, no remake de “Anjo Mau“, assinado por Maria Adelaide Amaral. A personagem conquistou o público e teve um final feliz ao lado de seu amor, Rodrigo (Kadu Moliterno), diferente da versão original.

Em 1999, estava novamente em uma trama de Aguinaldo Silva, em “Suave Veneno“.

Como a jornalista Júlia Moreno, de "Desejos de Mulher".

Em 2002, revive a dobradinha de “Vale Tudo“, com Regina Duarte, agora como irmãs e não como mãe e filha, em “Desejos de Mulher“.

Com Fernanda Montenegro, em "Belíssima".

Três anos depois, estava em “Belíssima“, como a protagonista Júlia Assumpção, dominada pela avó, a vilã Bia Falcão (Fernanda Montenegro). Na trama, ela repete com Tony Ramos o par romântico vindo do Cinema, com o longo “Se Eu Fosse Você”, o que se daria também no trabalho seguinte na TV, a novela “Paraíso Tropical“, em 2007, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares.

O novo visual de Norma, em "Insensato Coração".

Atualmente a atriz encarna a injustiçada Norma Pimentel, em “Insensato Coração“, dos mesmos autores. Após um golpe do vilão Léo (Gabriel Braga Nunes), Norma é presa e paga por um crime que não cometeu. Na prisão, ela jura vingança a Léo. Mesmo antes da estreia da novela, Norma foi vendida como a grande vilã da história e nos próximos capítulos promete-se a sua reviravolta.

Com Tony Ramos no sucesso "Se Eu Fosse Você".

Cinema – Além de grandes sucessos na TV, Glória Pires também coleciona trabalhos no Cinema. O primeiro foi “Índia, a Filha do Sol“, em 1981, do diretor Fábio Barreto, seguido de “Besame Mucho“, em 1986, “Jorge, um brasileiro“, em 1987, “O Quatrilho“, em 1995, e  “A Partilha“, em 2001. Recentemente filmou “Lula – O Filho do Brasil“, no qual contava a história do ex-presidente Lula, lançado em 2010, e também “É Proibido Fumar“, no mesmo ano. Mas, seus grandes sucessos são “Se Eu Fosse Você” e “Se Eu Fosse Você 2“, duas divertidas comédias, protagonizadas com Tony Ramos e com direção de Daniel Filho.

Capa do livro "40 anos de Glória", sua biografia.

Em 2010, a atriz teve sua biografia contada no livro “40 Anos de Glória”, do escritor Eduardo Nassife. Livro este que será tranformado em filme, em formato de documentário.

Glória Pires. Como o nome já diz e como brilhantemente assinou Eduardo Nassife, uma carreira de glória. Uma atriz que cresceu na TV, que em 1977 chegou a pensar em desistir da precoce carreira, nos brindou com tantos bons personagens. Tenho um carinho especial por “Mulheres de Areia”, que foi a primeira novela que eu assisti com consciência do que estava vendo e desde então me apaixonei pelo trabalho de Glória.

Hoje uma atriz consagrada e seu nome dá um grande peso a qualquer trabalho e mesmo que seja ruim como um todo, ela dá o diferencial e faz o seu papel muito bem feito.

Fotos e Vídeos: Divulgação/Youtube

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E SAIU O BEIJO GAY…

A Teledramaturgia Brasileira há tempos ensaia um beijo gay. Em todas as novelas das oito que se aproximavam do fim geravam todo um burburinho em torno, em que se prometiam o tal. Isso aconteceu  mais forte com “América”, em 2005, e “Duas Caras”, em 2008. Diziam que as cenas chegavam até a serem gravadas. Mas, na ‘hora H’ não iam ao ar.

O mais próximo que se chegou foi em “Mulheres Apaixonadas”, em 2003, com um selinho.

Eis que agora, em 2011, o SBT resolveu  ser pioneiro e mostrar a cena na novela “Amor e Revolução”.

Fui surpreendido com a notícia pelo Twitter, mas a cena prometida para quarta (11) ficou para o outro dia. E enfim nessa quinta (12), foi ao ar. E um bom tempo no ar. Um longo beijo, que se compara a um “beijo hétero”…rs.

A audiência não subiu. A emissora se manteve com seus mesmos 5 pontos dos capítulos anteriores. Ou seja, um beijo para poucos. Mas, bombou no Twitter.

Daí ouvi comentários do tipo “O SBT fez o que a Globo não teve coragem de fazer!”

Parte do público ainda é bem conservador e há um certo preconceito no meio. Acredito que uma cena como esta, para uma audiência bem maior, como é a da Globo, a proporção seria bem maior.

O SBT não tem nada a perder, está ousando com “Amor e Revolução” e a cena foi bem inserida no contexto da história.

Já a Globo, é sempre mais criticada, teme perder sua audiência e assim acaba temendo também certas “ousadias”.

Mas, há casos e casos. Por exemplo, acredito que caso houvesse um beijo em “Ti Ti Ti” seria bem aceito pelo público, já que o Julinho, brilhantemente interpretado por André Arteche, era muito querido e bem aceito pela audiência.

Depois do primeiro passo do SBT, quem sabe as outras emissoras, não só a Globo como a Record, não se encorajam. E insiram o mero detalhe, que causa tanto assunto, em um contexto que o pede.

Veja a cena de “Amor e Revolução” protagonizada pelas atrizes Luciana Vendramini e Giseli Tigre.

Vídeo: Youtube

@diniz_paulinho

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