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“Eu sou Ricaaa…” BY VÍDEO SHOW

Sucesso na internet um vídeo que reune as principais vilãs ricas da Televisão Brasileira, ganhou uma nova versão no Vídeo Show.

A mixagem que repete em seu versos as frases “Eu sou ricaaaa!” e “Pobreza Pega”, foi usada para finalizar uma matéria que falava das personagens que odeiam pobres e foi ao ar nessa quarta (8), no vespertino.

A nova versão também foi editada por José Del Duca, responsável pelo original. O remix é do Dj Rafael Lelis.

Veja o vídeo

Clique aqui e leia a matéria que relembra alguns vídeos que viraram hit na internet

Vídeo: Youtube

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NA TRILHA DE MART’NÁLIA

O nome dela é uma junção do nome dos pais, os cantores Martinho da Vila e Anália Mendonça, Mart’nália. Nos últimos anos algumas músicas do repertório da cantora compuseram a trilha de várias novelas. Vamos entrar na trilha de Martnália e relembrar alguns destes sucessos.

Em 2005, a música Arpoador fazia parte da trilha de “A Lua Me Disse“. Neste mesmo ano, Pé Do Meu Samba fez parte da trilha samba de “América“.

Em 2007, o malandro Ivan (Bruno Gagliasso) tinha como tema Cabide, na carioca “Paraíso Tropical“. No final do ano, a voz de Mart’nália pode ser ouvida na Rede Record, em “Amor e Intrigas“, Menino do Rio era tema de locação.

A música Cabide, no DVD “Mart’nália em Berlim ao vivo”

Em 2008 deu praia e a regravação de Don’t Worry, Be Happy foi o tema de abertura de “Três Irmãs“.

Já em 2010, a voz da herdeira de Martinho da Vila estava em diferentes produções. Capital do Tempo era o tema do protagonista Leal Cordeiro (Antonio Fagundes), em “Tempos Modernos“. Em “Escrito Nas Estrelas”, a regravação da bem-humorada Mamão Passou Açucar em Mim tocava para o boa-vida Jair (André Gonçalves). E no seriado “As Cariocas“, a música Menina.

Mart’nália canta Mamãe Passou Açucar em Mim, no Baile do Simonal.

Atualmente, em “Insensato Coração”, Natalie Lamour (Deborah Secco) tem um tema à altura de sua exuberancia, Ela é Minha Cara. A música versa: “Causa reboliço aonde passa, desce mais redondo que a cachaça… Ela é a fulana de tal, o seu palácio vai do Leme ao Pontal, é a minha mais entre as dez mais!”

Foto e Vídeos: Divulgação / Youtube

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OS 10 ANOS DA ESTREIA DE UM SERIADO NADA ‘NORMAL’

Uma vida normal de um casal nada normal. No dia 1º de junho de 2001, estreava o seriado “Os Normais“, na Rede Globo.

Programada para ter apenas 12 episódios, a série se tornou um grande sucesso e se fixou na grade da Globo, ganhando novas temporadas nos anos seguintes.

A abertura já anunciava o que estava por vir, com fotos de pessoas comuns fazendo caretas, passando rapidamente e formando um mosaico no final, ao som da música Doida Demais, de Lindomar Castilho.

O programa era exibido às sextas-feiras, depois do Globo Repórter. Apenas entre maio e junho de 2002 que foi exibido às quintas.

O seriado era protagonizado por Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres, que viviam o casal Rui e Vani. Eles eram noivos há sete anos, moram em casas separadas, mas vivem na casa um do outro. E juntos viviam situações nada normais.

A cada episódio estas situações diferentes ganhavam algumas participações especiais. Alguns atores chegaram a participar de mais de um episódio, com o mesmo personagem ou outro. Júlia Lemmertz, Cláudia Raia, Edson Celulari, Malu Mader, Drica Moraes, Maria Luisa Mendonça, Otávio Miller, Danielle Winits, foram alguns dos que participaram.

Na última temporada, em 2003, Selton Mello e Graziela Moretto entraram para o elenco fixo, como Bernardo e Maristella.

O último bloco era sempre improvisado pelos protagonistas e geralmente acabava com eles no carro ou na cama.

Ficou no ar até outubro de 2003, totalizando 71 episódios,  e até hoje é o programa de maior audiência da linha de shows de sexta-feira, com média de 28 pontos.

Neste mesmo ano foi rodado o primeiro longa-metragem originado da série, e em 2009, o segundo.

Desde 2005 os episódios são reprisados no canal por assinatura GNT, da Globosat.

Particularmente, eu gostava muito do seriado e arrisco dizer que é um dos melhores produzidos pela Globo. A identificação com as situações do dia-a-dia dava a graça do programa, que me proporcionou sempre boas risadas.

Veja o vídeo com Rui e Vani dançando a Dança do Passarinho.

Relembre o 1º episódio, “Todos São Normais”, que foi ao ar dia 1º de junho de 2001.

Vídeos: Youtube (athedim e Rekne)

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RECORDANDO: 20 ANOS DO ÚLTIMO CAPÍTULO DE “MEU BEM MEU MAL”

Há 20 anos ia ao ar o último capítulo de “Meu Bem Meu Mal“, no horário nobre global. A novela de Cassiano Gabus Mendes, escrita com Maria Adelaide Amaral e Djair Cardoso, tinha enredos de um bom folhetim, como o próprio autor admitia.

O derradeiro capítulo 173 trazia os desfechos da história que colocava em cheque as diferenças entre as classes sociais e uma rede de intrigas que geravam amor e ódio.

A empresária Isadora Venturini (Sílvia Pfeiffer) termina sozinha, numa cena que marca bem esta solidão: já de noite, ela deixa o escritório da Venturini Designerse segue para casa, na cena final.

Seus filhos, Victória (Lizandra Souto) e Marco Antônio (Fábio Assunção), têm finais felizes ao lado dos amores que encontraram no subúrbio.

Fernanda (Lídia Brondi) e Doca (Cássio Gabus Mendes), depois de trocarem farpas durante toda a trama, se entendem e se apaixonam.

E o mordomo Porfírio (Guilherme Karan) enfim consegue conquistar a sua “Divina Magda” (Vera Zimermann). Ricardo Miranda (José Mayer) fica com Patrícia (Adriana Esteves), a moça que se aproximou dele por vingança, mas acabou se apaixonando.

A novela marcou a estreia dos atores Fábio Assunção e Milla Christie,  e foi  a última de Lídia Brondi, que encerrou sua carreira como atriz. Lidia se casou com seu par romântico, Cássio Gabus Mendes, e vivem juntos até hoje.

Foi também a primeira de Sílvia Pffeiffer, muito criticada por sua atuação. Antes ela havia feito a minissérie “Boca do Lixo”.

Os atores Zilda Cardoso e Jorge Dória garantiam muito humor à trama com seus personagens Dona Elza e Seu Emílio. Ela inclusive estava na antológica cena em que Dom Lázaro Venturini (Lima Duarte), está entrevado numa cama após um derrame, e volta a falar pedindo melão. Cena esta que originou o nome do Blog do meu amigo Vitor Santos, o “Eu Prefiro Melão“.

A novela foi reprisada no Vale a Pena Ver De Novo entre 12 de agosto e 22 de novembro de 1996. Neste ano também completa, portanto, 15 anos de sua reprise.

Foto e Vídeos: Divulgação / Youtube

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NA TRILHA DO JOTA QUEST

Neste ano o Jota Quest completa 15 anos de carreira. Com 10 álbuns lançados – o último é justamente para comemorar a data – algumas das canções do grupo embalou vários personagens de novelas, seriados e filmes. Por isso, hoje vamos entrar “Na Trilha” do Jota Quest e relembrar essas trilhas.

O grupo iniciou a carreira com o nome Jay Quest e posteriormente mudou para Jota Quest. No início participou de vários programas de TV, mas a primeira música em trilha de novela veio apenas 5 anos depois, em 2001.

Em “Porto dos Milagres“, a música Um Raio Laser era tema de Alexandre, personagem de Leonardo Brício.

Já a música O Que Eu Também Não Entendo fez parte da trilha da novela “Roda Viva“, na Record. E no “Sítio do Pica-Pau Amarelo“, Pedrinho tocava para o personagem homônimo da obra de Monteiro Lobato.

Em 2003, duas de suas canções viraram hits e esteve entre as mais tocadas das rádios de todo o Brasil. Só Hoje, sucesso em “Malhação“, e Amor Maior, que embalava o romance dos primos Diogo (Rodrigo Santoro) e Luciana (Camila Pitanga), em “Mulheres Apaixonadas“. A música entrou no CD 2 da novela.

Em “Malhação” fez parte de mais duas trilhas, na temporada de 2004, com Do Seu Lado, e na de 2007, e com Já Foi.

E se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou”. Os versos são de O Sol, sucesso na novela “Cobras e Lagartos” e também nas rádios.

Em 2009, o grupo teve três músicas em trilhas. As armações do Macaco Chico e as cenas românticas de Dênis (Marcos Pasquim), em “Caras e Bocas“, ganhavam um toque especial com De Volta ao Planeta dos Macacos e Vem Andar Comigo, respectivamente.

Enquanto isso no horário das seis, La Plata caia como uma luva para as maldades da vilã Verônica (Paola Oliveira), em “Cama de Gato“. Inclusive na cena em que a maquiavélica tenta fugir do país e dá “bye bye para o Brasil” olhando para a câmera.

No ano passado, Tudo Me Faz Lembrar Você estava na trilha do filme “Muita Calma Nessa Hora“, com roteiro de Bruno Mazzeo.

Vídeos: Youtube


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DIA DAS MÃES: RELEMBRE ALGUMAS BOAS REPRESENTANTES DA FICÇÃO

Neste domingo (8) é Dia das Mães. Da minha mãe em dose dupla pois é também o aniversário dela. Na ficção elas têm legítimas representantes. Assim como na vida real, tem as super mães e aquelas mães que são “filhas da mãe”, para não dizer outra coisa.

No meio deste universo todo, vamos relembrar algumas!

O que dizer de  Dona Lola (Irene Ravache), de “Éramos Seis” (SBT), a mulher que viveu por aquela família, dedicando-se ao marido e aos filhos e terminou seus dias em um asilo.

Dona Armênia

A Dona Armênia (Aracy Ballabanian), de “Rainha da Sucata“, que fazia de tudo pelos seus ‘filhinhas’.

 

Helenas e suas filhas

E as Helenas do Maneco? Com especial para a de “Laços de Família” (Vera Fischer) e a de “Por Amor” (Regina Duarte). Uma abriu mão de seu namorado pela filha e posteriormente gerou um filho para salvar sua vida. E a outra, trocou o filho vivo pelo natimorto da filha, por ela não poder gerar mais.

Tereza

E a Tereza (Lilia Cabral) de “Viver a Vida“, que depois do acidente da filha, Luciana (Alinne Moraes), passou a viver em função dela, deixando sua vida de lado.

Ingrid

Ainda em “Viver a Vida“, a superprotetora Ingrid (Natália do Valle) que queria escolher o futuro dos filhos, era contra seus namoros, mas no fundo queria o melhor para eles.

Baronesa

A Baronesa Cândida (Patrícia Pillar), de “Sinhá Moça”, que por muitas vezes enfrentou o marido rude para defender a filha.

Rose

A Rose (Camila Pitanga), de “Cama de Gato“, que tinha uma verdadeira tropa de elite com seus quatro filhos.

Dona Pierina

A Dona Pierina (Nair Bello), de “Uga Uga“, que por mais de dez anos chorou a morte de filho Baldochi (Humberto Martins) e foi consolada pelo outro filho, Van Damme (Marcos Pasquim), e por fim os dois estavam vivos.

Dona Candê

A Dona Candê (Vera Holtz), de “Passione“, que tinha como filho o bandido Fred (Reynaldo Giannecchini) e apoiou a filha Felícia (Larissa Maciel), fazendo ela tomar gosto pela vida novamente e criando a neta Fátima (Bianca Bin), como filha.

Sofia

A Sofia (Zezé Polessa), de “Escrito nas Estrelas“, que vislumbrava um rico futuro para filha, Beatriz (Débora Falabella).

Dulce

A Dulce (Cássia Kiss), de “Morde e Assopra“, que se sacrifica para dar uma boa vida ao filho.

Islene

A Islene (Paula Burlamaqui), de “América“, que era os próprios olhos da filha deficiente visual, a pequena Flor (Bruna Marquezine).

Maria do Carmo

E a Maria do Carmo (Susana Vieira), de “Senhora do Destino“, que nunca desistiu de encontrar a filha sequestrada. Assim como a Odaísa (Isadora Ribeiro), de “Explode Coração“, que mantinha a esperança de reencontrar o filho desaparecido.

Mas, nem só de boas mães sobrevive a ficção. Vamos às mães vilãs e desnaturadas.

Bia

Bia Falcão (Fernanda Montenegro), de “Belíssima“, que rejeitou a filha, Vitória (Cláudia Abreu), duas vezes.

Odete

Odete Roitman (Beatriz Segall),  de “Vale Tudo“, que humilhava a filha Helena (Renata Sorrah).

Nazaré

A sequestradora Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), de “Senhora do Destino“, que sequestrou a filha de Isabel (Carolina Dieckmann), que por sua vez era a filha que ela havia sequestrado quando pequena.

Helenas, Roses, Terezas, Do Carmos, Dulces são tão parecidas com a Marias, Aparecidas, Fátimas, Conceição, Luizas, Janetes, Reginas e tantas outras que encontramos por aí. A verdade é que a arte imita a vida e a retrata com tanta fidelidade que nos identificamos.

Fotos e Vídeo: Divulgação/Youtube

@diniz_paulinho

O FIM DO MUNDO – 15 ANOS: O que você faria se só te restasse esse dia?

“O que você faria, se só te restasse um dia? Se o mundo fosse acabar, o que você faria?”

Seria uma minissérie, mas acabou virando uma novela, a mais curta do horário das oito. Em 1996, “O Fim do Mundo”, de Dias Gomes, entrava na grade da Rede Globo para ocupar uma lacuna deixada entre o final de uma novela e o início da outra.

Explode Coração” chegava ao fim no tempo previsto pela autora, Glória Perez, que não queria prorrogar a novela, pois estava próximo o julgamento do assassinato de sua filha. A substituta, “O Rei do Gado”, não estava pronta para entrar no ar. A solução então foi escalar a minissérie de Dias Gomes.

Em 35 capítulos, assim já era anunciado nas chamadas, o autor contava a história dos moradores da fictícia cidade de Tabacópolis que ficou de pernas pro ar após uma previsão de que o mundo iria acabar. Tudo contado em um universo bem característico das obras de Dias.

Veja a chamada de sinopse da novela.


Paulo Betti era o vidente Joãozinho de Dagmar.

Dentre os personagens, destaque para o de Paulo Betti, o vidente João de Dagmar, que exalava perfume e tinha três mulheres. José Wilker encarnava o empresário Tião Socó, dono de uma empresa de tabaco, que dá em cima da cunhada, a bela Gardênia (Bruna Lombardi), para tentar curar sua impotência sexual. Mas, ela não dá bola para ele.

Acreditando que o mundo vai acabar em três meses, esses moradores são capazes de satisfazer os seus desejos mais escusos.

Uma boa e divertida novela, que agradou o público na época e garantiu uma boa audiência, mas quase não é lembrada.

Veja a abertura.

Fotos e Vídeos: Divulgação / Youtube

@diniz_paulinho

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