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“O ASTRO”: RELEMBRE A 1ª VERSÃO DA NOVELA

Nessa terça (12) estreou a nova versão de “O Astro”, na Rede Globo.  A nova novela é baseada na original de Janete Clair, que foi ao ar entre 1977 e 78, e foi um grande sucesso.

Veja alguns momentos marcantes da primeira versão da novela.

A abertura

 

Amanda (Dina Sfat) e Herculano Quintanilha (Francisco Cuoco)

 

Márcio (Tony Ramos) sai de casa nu

 

Quem matou Salomão Hayalla?

 

Vídeos: Youtube

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20 ANOS DO FINAL DE UMA NOVELA ‘TRANSLUMBRANTE’

Há 20 anos uma novela ‘translumbrante’ se despedia do horário das sete. Trata-se de “Lua Cheia de Amor”. Escrita por Ricardo Linhares, Ana Maria Moretzsohn e Maria Carmem Barbosa e com supervisão de texto de Gilberto Braga, a novela era baseada na peça “Dona Xepa”, de Pedro Bloch, que já havia ganhado uma versão em 1977.

“Lua Cheia” trazia Marília Pêra como a protagonista Dona Genu, uma camelô simples e batalhadora, que foi abandonada pelo marido Diogo (Francisco Cuoco) e mesmo assim espera sua volta. Ela dá duro para criar os filhos, Rodrigo (Roberto Bataglin) e Mercedes (Isabela Garcia), e lhes proporcionar boas condições de vida.

A trama traz ainda a emergente Kika Jordão (Arlete Salles), que sonha em aparecer nas colunas sociais e ser amiga da socialite Laís Souto Maia (Suzana Vieira), casada com Conrado, dono de uma agência de Publicidade. Kika cria vários neologismos, entre eles o ‘translumbrante’.

No último capítulo, Genu tem um final feliz ao lado de Túlio (Geraldo Del Rey). A cena final do capítulo mostra vários casais se beijando, em uma festa à luz do dia, na casa de Kika Jordão.

 

Vídeo: Youtube

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HÁ 5 ANOS O BRASIL PARAVA PARA VER O FINAL DE “BELÍSSIMA”

 Em julho de 2006 estava acontecendo a Copa do Mundo, na Alemanha. Mas, como o Brasil já havia sido eliminado do mundial, outro suspense aguçava a curiosidade dos brasileiros. Quem era o filho de Bia Falcão (Fernanda Montenegro) e quem era o mandante do golpe de André (Marcelo Antony), em “Belíssima”?

Para despistar a imprensa, o autor Sílvio de Abreu escreveu cinco finais, e várias cenas falsas foram gravadas.

O capítulo começa com Bia tentando fugir com sua bisneta Sabina (Marina Ruy Barbosa), filha de Vitória (Cláudia Abreu), e atira na direção de André e Vitória. O tiro acaba acertando nele e ele morre no hospital, após declarar a Júlia (Glória Pires) que acabou se apaixonando por ela.

Antes de morrer, André revela também que Bia era a mentora do golpe e que o advogado Medeiros (Ítalo Rossi) era o seu cúmplice. Era Bia e o advogado quem falava com André ao telefone, ao longo da trama, e te dava ordens. Ivete, a secretária da Belíssima, era na verdade amante de Medeiros e estava infiltrada na empresa.

Vitória descobre que ela que é a filha que Bia teve com Murat (Lima Duarte). A moça vai tirar satisfações com sua mãe biológica, de quem ouve as amargas palavras: “Eu não quis você quando você nasceu. Eu não quero você agora. Eu não vou querer você nunca na minha vida”. Quando autuada pela polícia, Bia finge que está passando mal e acaba fugindo pelo banheiro. A vilã foge de helicóptero e tem um final feliz em Paris ao lado de Mateus (Cauã Reymond), o garoto que era amante de sua amiga Ornela (Vera Holtz).

O longo capítulo ainda reservou finais felizes. Em uma homenagem a Chanchada e à Atlântida, as ex-vedetes Mary Montilla (Carmem Verônica) e Guida Guevara (Íris Bruzzi) fizeram um show dirigido pelo diretor Carlos Manga, com produção de Gigi (Pedro Paulo Rangel).

Mônica (Camila Pitanga) terminou feliz com Cemil (Leopoldo Pacheco) e o menino Toninho. Depois de muitas brigas, Safira (Cláudia Raia) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini) se rendem à paixão e abalam às estruturas da oficina dele, levando até as paredes ao chão.

Nikos (Tony Ramos) enfim conseguiu o que tanto queria: ficou com Júlia. Em uma bela cena na Grécia, onde se passou parte da novela.

O capítulo ficou marcou 60 pontos de audiência, com 80% de share (total de televisores ligados no horário).

“Belíssima” foi uma boa novela, com enredo envolvendo e ótimas atuações. Porém, confesso que torcia para que Bia não fosse a mentora do golpe, pois torço sempre por finais surpreendentes. Mas, em uma avaliação geral, conseguiu prender a atenção do telespectador e fez sucesso.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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OS 25 ANOS DA ESTREIA DE XUXA NA GLOBO

Atenção baixinhos que hoje já são altinhos, hoje nós vamos pegar carona em uma ‘xuper’ nave e relembrar os 25 anos da estreia de Xuxa na Rede Globo.

Era 1986, Xuxa vinha da extinta Rede Manchete, onde apresentava o “Clube da Criança“. Na Globo, deu uma mudada em sua imagem, se tornando ainda mais próxima das crianças. A estreia de sua nova atração se deu no dia 30 de junho do mesmo ano, quando entrou no ar o “Xou da Xuxa“, substituindo o “Balão Mágico“. E teve como convidado o cantor Silvinho Blau Blau.

O programa ia ao ar de segunda a sexta, das 8h às 12h20, e aos sábados, às 9h. Xuxa começava e terminava a atração em uma nave, onde se despedia com a frase “Beijinho, beijinho e tchau, tchau“. Brincadeiras com as crianças da plateia, musicais e desenhos animados faziam parte do “Xou”. A loira contava com a ajuda de suas assistentes de palco, as Paquitas, e também dos personagens Dengue e Praga.

O “Xou da Xuxa” ficou no ar até o dia 31 de dezembro de 1992, quando foi ao ar o programa número 2000. No ano seguinte, foram reprisados os melhores momentos.

Veja o vídeo com o começo do programa de estreia

Clique aqui e relembre a 1ª entrevista de Xuxa na Globo.

Vídeo: Youtube

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OS 10 ANOS DO FINAL DE “ROQUE SANTEIRO” NO VALE A PENA VER DE NOVO

Há 10 anos a novela “Roque Santeiro” se despedia do Vale a Pena Ver De Novo. Muitos telespectadores, como eu, assistiu a novela pela primeira vez nesta reprise na sessão.

“Roque Santeiro” entrou em cartaz em dezembro de 2000 como uma homenagem pelos 50 anos da Televisão Brasileira e pelos 35 anos da Rede Globo, 15 anos depois de sua exibição original.

Apesar da novela de Dias Gomes e Aguinaldo Silva ser a de maior audiência de toda a história da Teledramaturgia brasileira, a sua reprise não foi tão bem-sucedida, tendo média geral de 15 pontos. De modo particular, posso dizer que eu era telespectador assíduo da novela. Foi através desta súbita reprise, que pude conhecer famosos personagens como a Viuva Porcina, Sinhozinho Malta, Beato Salu, Zé das Medalhas, Dona Pombinha Abelha, Seu Flor, Matilde, Professor Astromar, Dona Mocinha, Padre Hipólito, entre outros. E me deliciei com a história dos moradores de Asa Branca, a cidade que não estava no mapa, conforme era dito nas chamadas.

Veja a cena final da novela:

 

Esta havia sido a 2ª reprise na novela. A primeira foi entre julho de 1991 e janeiro de 1992, no final da tarde.

Agora, quase 26 anos após a sua a exibição original e 10 anos após sua última reprise, “Roque Santeiro” volta ao ar no Canal VIVA, substituindo “Vale Tudo”, a partir de julho.

Veja o vídeo com a abertura:

 

Vídeos: Youtube

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OS 35 ANOS DA ESTREIA DE “O FEIJÃO E O SONHO”

Em 28 de junho de 1976, entrava no ar uma novela diferente das que a Rede Globo costuma apresentar no horário das seis, ” O Feijão e o Sonho”. A novela escrita por Benedito Ruy Barbosa, uma adaptação da obra homônima de Orígenes Lessa, se diferenciava das anteriores ambientadas em séculos passados.

A obra contava a história do sonhador poeta Juca (Cláudio Cavalcante), que queria viver de sua poesia, à contragosto de sua mulher, Maria Rosa (Nívea Maria). Porém, seus rendimentos escrevendo para  jornais e dando aulas para alunos que não podiam lhe pagar eram inferiores às despesas da família. Pelos problemas financeiros, Juca se rende às azucrinações da esposa e arruma um outro emprego, deixando seu sonho de lado.

Veja o vídeo com cenas da novela:

A história se divide em quatro fases da vida do casal e se passa em ambiente diferentes. Inicia-se em 1925, quando o casal se conhece, na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo. Entre os anos de 1925 e 1927, se passa no bairro paulistano do Bixiga. Em 1937, na cidade catarinense de Capinzal. E a última fase, se dá entre os anos de 1946 e 1947, novamente na capital paulista.

As gravações das diferentes fases também foram feitas em lugares diferentes. Embora a maior parte da história se passe em São Paulo, as cenas eram gravadas em cidades do Estado do Rio de Janeiro. Para as duas primeiras, foram escolhidas as cidades de Conservatória e Itacuruçá, respectivamente. A terceira, tomou como locação uma vila de agricultores próxima à Conservatória. E a São Paulo da última fase era na verdade a capital carioca, com cenas gravadas em ruas do Jardim Botânico e no Centro. Devido a um incêndio que destruiu parte das instalações da Rede Globo, em junho daquele ano, as cenas de interior foram gravadas nos estúdios da TV Educativa.

 

Vídeo: Youtube

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NO DIA DE SÃO JOÃO, RELEMBRE OS CAIPIRAS DA FICÇÃO

Nesta época do ano, por conta das festividades juninas de Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo, os arraiás são bem propícios. Além das quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, encontramos muita gente vestida a caráter da festa na roça e ensaiando um sotaque caipirês – sempre bem divertido.

Por conta disso e aproveitando que nesta sexta (24) é dia de São João, o Santo que mais representa as festas juninas, relembramos alguns caipiras da ficção, que fizeram graça com o sotaque. A maioria deles são personagens de novelas do autor Walcyr Carrasco.

Petrucchio (Eduardo Moscóvis) chamava Catarina (Adriana Esteves) de favo de mel.

Em “O Cravo e a Rosa” (2000), Eduardo Moscóvis dava vida ao fazendeiro Julião Petrúcchio. O caipira vivia às farpas com sua amada Catarina (Adriana Esteves), que o chamava de “grosseirão”.

Nélio (Vladimir Britcha) fazia a alegria das mulheres em "Coração de Estudante".

Em “Coração de Estudante” (2002), na fictícia Nova Aliança, o peão Nélio (Vladimir Britcha) carregava em seu sotaque para dizer que era “um bjeto sexual”.

A 'chique' Márcia (Drica Moraes) e seu primo Timóteo (Marcelo Novaes), em Chocolate com Pimenta.

A caipira mais chique de todas estava em “Chocolate com Pimenta” (2003). Márcia (Drica Moraes) era ‘dona e proprietária de um salão de beleza’ e vivia às turras com o primo Timóteo (Marcelo Novaes), mas adorava a sua família caipira. Vivia repetindo que ela era “chique benhê”.

Vanessa Giácomo com Daniel Oliveira, em Cabocla.

Na mesma novela, Tony Ramos vivia o Coronel Boanerges.

Lá pras bandas de Vila da Mata, vivia a doce caboclinha Zuca (Vanessa Giácomo). A moça tímida conquistou o coração do doutorzinho Luís Jerônimo (Daniel Oliveira). O casal era protagonista da novela “Cabocla” (2004). Na mesma novela, Tony Ramos dava vida ao Coronel Boanerges.

Em Alma Gêmea, Crispim espantava os pretendentes de sua irmã, Mirna.

Em “Alma Gêmea”, a caipirinha Mirna (Fernanda Souza) sonhava em arrumar um marido. Passava horas confidenciando com sua pata Doralice. A moça vivia com o irmão ciumento Crispim (Emílio Orciolo Neto) e com seu tio Nardo (Emiliano Queiróz).

Ricardo Tozzi como o primo Cândido, em Pé Na Jaca.

Já em “Pé Na Jaca”, Ricardo Tozzi dava vida ao divertido  Cândido, que aprontava poucas e boas na fictícia Deus Me Livre.

Abner com sua família e vizinhos em Morde e Assopra

Atualmente, no horário das sete Global, o caipirês também dá expediente. Em “Morde e Assopra”, a família do protagonista Abner (Marcos Pasquim) e seus vizinhos usam e abusam do sotaque.

Fotos: Divulgação

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