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20 ANOS DO FINAL DE UMA NOVELA ‘TRANSLUMBRANTE’

Há 20 anos uma novela ‘translumbrante’ se despedia do horário das sete. Trata-se de “Lua Cheia de Amor”. Escrita por Ricardo Linhares, Ana Maria Moretzsohn e Maria Carmem Barbosa e com supervisão de texto de Gilberto Braga, a novela era baseada na peça “Dona Xepa”, de Pedro Bloch, que já havia ganhado uma versão em 1977.

“Lua Cheia” trazia Marília Pêra como a protagonista Dona Genu, uma camelô simples e batalhadora, que foi abandonada pelo marido Diogo (Francisco Cuoco) e mesmo assim espera sua volta. Ela dá duro para criar os filhos, Rodrigo (Roberto Bataglin) e Mercedes (Isabela Garcia), e lhes proporcionar boas condições de vida.

A trama traz ainda a emergente Kika Jordão (Arlete Salles), que sonha em aparecer nas colunas sociais e ser amiga da socialite Laís Souto Maia (Suzana Vieira), casada com Conrado, dono de uma agência de Publicidade. Kika cria vários neologismos, entre eles o ‘translumbrante’.

No último capítulo, Genu tem um final feliz ao lado de Túlio (Geraldo Del Rey). A cena final do capítulo mostra vários casais se beijando, em uma festa à luz do dia, na casa de Kika Jordão.

 

Vídeo: Youtube

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Porto dos Milagres: há 10 anos estreava no horário nobre

Com livre adaptação das obras Mar Morto e A Descoberta da América pelos Turcos, de Jorge Amado, a novela de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares retratava a sede pelo poder e o conflito entre classes.

Na cidade fictícia e de nome homônimo, localizada no interior da Bahia, se passava a história que tinha o culto ao Candomblé e à Iemanjá como pano de fundo.

Adma envenenava através de um anel.

Sinopse – Adma (Cássia Kiss) e Félix (Antonio Fagundes) são dois golpistas, que chegam a Porto dos Milagres foragidos, onde descobrem que Bartolomeu, o irmão gêmeo de Félix, é o homem mais poderoso da cidade. Com o consentimento do marido, Adma envenena Bartolomeu e conta com a ajuda de seu capataz Eriberto (José de Abreu) para dar fim na vida da prostituta Arlete (Letícia Sabatella) e na de seu recém-nascido filho, também filho de Bartolomeu.

Félix Guerreiro nas duas fases.

O que Adma não contava era que Arlete soltaria a criança numa cesta em alto mar e por proteção de Iemanjá a criança sobreviveria, se tornando um pescador líder de seu povo, Guma (Marcos Palmeira).

O casal protagonista Lívia e Guma.

Guma se apaixona por Lívia (Flávia Alessandra), sobrinha de Augusta Eugênia (Arlete Salles), uma das mulheres mais influentes da cidade.

Outra personagem de destaque é Rosa Palmeirão (Luiza Tomé), irmã de Arlete. Na primeira fase, Rosa é noiva de Otacílio (Eduardo Galvão) e é condenada a 20 anos de prisão por matar o homem que abusou de sua irmã mais nova, Cecília (Luisa Curvo). Anos depois, ela retorna à cidade, onde se torna dona de um bordel.

Rosa Palmeirão era dona de um bordel.

Rosa se apaixona e se envolve com Félix, sem saber de seu envolvimento no desaparecimento do sobrinho. No último capítulo, ela o mata com uma facada em sua posse para governador.

Zezé Polessa viveu a perua Amapola, esposa de Otacílio, que ao lado de seu fiel mordomo garantiu cenas divertidas à trama. Assim, como as irmãs Genésia (Júlia Lemmertz) e Socorrinho (Mônica Carvalho).

A beata Genésia se rende ao amor por Ezequiel.

Curiosidades – Até o momento, Porto dos Milagres foi a última novela passada inteiramente no nordeste e que usou  do realismo fantástico de forma bem-sucedida. Também a última das inúmeras parcerias entre os autores Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares.

Flávia Alessandra vivia a segunda de suas três personagens com nome de Lívia.

A personagem Adma (Cássia Kiss) matou vários outros personagens envenenados. Ela sempre guardava o veneno em um anel antes de despejá-lo em uma bebida. Na época, a atriz comentou que a personagem era carregada de más energias e que tomava banhos de descarrego quando chegava em casa.

Primeira novela do ator Valdimir Brichta.

 

Fotos: Divulgação

@diniz_paulinho

 

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