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HÁ 5 ANOS O BRASIL PARAVA PARA VER O FINAL DE “BELÍSSIMA”

 Em julho de 2006 estava acontecendo a Copa do Mundo, na Alemanha. Mas, como o Brasil já havia sido eliminado do mundial, outro suspense aguçava a curiosidade dos brasileiros. Quem era o filho de Bia Falcão (Fernanda Montenegro) e quem era o mandante do golpe de André (Marcelo Antony), em “Belíssima”?

Para despistar a imprensa, o autor Sílvio de Abreu escreveu cinco finais, e várias cenas falsas foram gravadas.

O capítulo começa com Bia tentando fugir com sua bisneta Sabina (Marina Ruy Barbosa), filha de Vitória (Cláudia Abreu), e atira na direção de André e Vitória. O tiro acaba acertando nele e ele morre no hospital, após declarar a Júlia (Glória Pires) que acabou se apaixonando por ela.

Antes de morrer, André revela também que Bia era a mentora do golpe e que o advogado Medeiros (Ítalo Rossi) era o seu cúmplice. Era Bia e o advogado quem falava com André ao telefone, ao longo da trama, e te dava ordens. Ivete, a secretária da Belíssima, era na verdade amante de Medeiros e estava infiltrada na empresa.

Vitória descobre que ela que é a filha que Bia teve com Murat (Lima Duarte). A moça vai tirar satisfações com sua mãe biológica, de quem ouve as amargas palavras: “Eu não quis você quando você nasceu. Eu não quero você agora. Eu não vou querer você nunca na minha vida”. Quando autuada pela polícia, Bia finge que está passando mal e acaba fugindo pelo banheiro. A vilã foge de helicóptero e tem um final feliz em Paris ao lado de Mateus (Cauã Reymond), o garoto que era amante de sua amiga Ornela (Vera Holtz).

O longo capítulo ainda reservou finais felizes. Em uma homenagem a Chanchada e à Atlântida, as ex-vedetes Mary Montilla (Carmem Verônica) e Guida Guevara (Íris Bruzzi) fizeram um show dirigido pelo diretor Carlos Manga, com produção de Gigi (Pedro Paulo Rangel).

Mônica (Camila Pitanga) terminou feliz com Cemil (Leopoldo Pacheco) e o menino Toninho. Depois de muitas brigas, Safira (Cláudia Raia) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini) se rendem à paixão e abalam às estruturas da oficina dele, levando até as paredes ao chão.

Nikos (Tony Ramos) enfim conseguiu o que tanto queria: ficou com Júlia. Em uma bela cena na Grécia, onde se passou parte da novela.

O capítulo ficou marcou 60 pontos de audiência, com 80% de share (total de televisores ligados no horário).

“Belíssima” foi uma boa novela, com enredo envolvendo e ótimas atuações. Porém, confesso que torcia para que Bia não fosse a mentora do golpe, pois torço sempre por finais surpreendentes. Mas, em uma avaliação geral, conseguiu prender a atenção do telespectador e fez sucesso.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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18 ANOS DE UMA NOVELA QUE FOI UM “DEUS NOS ACUDA”

No dia 27 de março de 1993, “Deus nos Acuda” se despedia do horário das sete, dando lugar a “O Mapa da Mina”.

A trama de Sílvio de Abreu, escrita com Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, havia estreado em 31 de agosto do ano anterior.

Em 178 capítulos, a história satirizava a corrupção no Brasil. O país era protegido por um anjo nada convencional.

Entre as localizações da novela, havia um céu, um lugar totalmente branco, com objetos prateados, luzes e tranparências. Lá, havia um super computador, com uma grande tela, onde se era possível ver os “protegidos”. O cenário do céu foi criado por Luiz Carlos Caligiuri.

Para a cidade cenográfica, foi reaproveitada a de “Rainha da Sucata”, com a reforma das fachadas de algumas casas e a construção de 12 estabelecimentos comerciais.

Parte de sua ambientação se passava em Santos, litoral paulista, com cenas gravadas no Porto da cidade.

As primeiras cenas foram gravadas a bordo de um navio no Caribe.

 

Aracy Ballabanian repetindo sua personagem "Dona Armênia"

“Deus nos Acuda” trouxe de volta a personagem Dona Armênia, vivida por Aracy Ballabanian em “Rainha da Sucata”, que agora tinha um predinho na Zona Portuária de Santos. Por isso, ela vivia repetindo que ia “colocar o predinha na chon”. Junto com ela, ressurgia “seus filhinhas”: Geraldo, Gerson e Gino (Marcello Novaes, Gerson Brener e Jandir Ferrari). Gino se travestia de mulher para assegurar sua segurança e a de seus irmãos.

A novela é lembrada também pelo início do romance entre os atores Edson Celulari e Cláudia Raia, os protagonistas. O romance de seus personagens era embalado pela música “La Barca”, na voz do cantor Luís Miguel.

 

Dercy Gonçalves em cena com o núcleo do céu.

Dercy Gonçalves atuou bem como Celestina, o anjo que cuidava do Brasil. Na época, a atriz estava com 86 anos e não conseguia decorar o texto, por isso, contou com a ajuda dos atores Luís Carlos e Luci Fontes, que liam as falas em pontos eletrônicos.

Vale ressaltar também as atuações de Glória Menezes e Carmem Verônica, como as hilárias amigas Baby e Xena.

Supreendentemente, 14 anos depois, “Deus nos Acuda” voltou no “Vale a Pena Ver de Novo”, sendo reprisada entre novembro de 2004 e fevereiro de 2005, sem muito êxito.

Sinopse – A anja Celestina (Dercy Gonçalves) é a responsável por cuidar do Brasil e fica desesperada ao ser informada por Deus que terá que descer à Terra. Por intervenção do anjo Gabriel (Cláudio Correa e Castro), Deus permite que a anja atrapalhada passe mais seis meses no céu, mas para isso terá que transformar um brasileiro em cidadão honesto.

 

Cláudia Raia e Edson Celulari como os protagonistas

Celestina escolhe então Maria Escandalosa (Cláudia Raia), uma jovem trambiqueira que ganha a vida dando golpes ao lado do pai Tomás Euclydes (Jorge Dória). A anja passa a zelar pela vida da jovem, sem que ela saiba.

Apesar de trambiqueira, Maria tem bom coração. Em um de seus golpes, ela acaba se apaixonando pelo milionário Ricardo (Edson Celulari), filho do empresário Otto Bismarck (Francisco Cuoco). O difícil é ela contar a Ricardo o seu modo de ganhar a vida.

O viuvo Otto Bismarck é acusado de matar suas ex-mulheres. Sua cunhada Baby (Glória Menezes) retorna ao Brasil com o propósito de colocá-lo atrás das grades. Mas, ela enfrenta a oposição de Elvira (Marieta Severo), a secretária apaixonada por Otto.

Com o desenrolar da trama, Elvira se torna a vilã e em um de seus planos, consegue se casar com Otto e se infiltrar na casa dele.

O grande mistério da trama gira em torno de “quem é o Leão?”, o mandante de todos os golpes milionários. Assim como vários personagens que querem “ser o Leão”.

Confira o final da novela:

 

Fotos e Vídeos: Divulgação/Youtube

@diniz_paulinho

A Trajetória de Cláudia Raia: uma grande atriz e uma atriz grande

Aos 44 anos de idade e 25 de carreira, Cláudia Raia coleciona personagens de sucesso. Entre mocinhas e vilãs, passando do drama a comédia.

Atualmente ela dá vida à estonteante Jaqueline, no remake de “Ti Ti Ti”. Uma personagem que, segundo ela, “a possibilita ir de A a Z, do melodrama a comédia”.

Vamos relembrar alguns destes personagens de sucesso interpretados pela atriz.

Em 1985, Cláudia estreou em grande estilo. Em horário nobre global e na novela mais bem-sucedida da história, “Roque Santeiro”, de Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Ela era Ninon, uma das dançarinas da boate Sexus, de Matilde (Yoná Magalhães), que esquentava as noites da cidade de Asa Branca, onde se passava a trama.

 

Como a feirante Tancinha, de Sassaricano

No ano seguinte, Cláudia fez o primeiro de seus trabalhos com o autor Sílvio de Abreu, em “Cambalacho” e em 1987, atuou em “O Outro”, de Aguinaldo Silva, como Edwirges. Mas, foi no final deste ano, que ela caiu nas graças do público como a feirante Tancinha, em “Sassaricando”. Tancinha  colocava as mãos nos seios ao oferecer melão na feira e com um sotaque paulistano carregado, ela repetia que estava “todo dividinha”, referindo-se à sua situação amorosa entre Beto (Marcos Frota) e Apolo (Alexandre Frota). Cláudia e Alexandre eram casados na época.

 

Na TV Pirata, como Tonhão

Depois de Sassaricano, na qual Cláudia mostrou seu tino para a comédia, a atriz integrou o elenco do humorístico “TV Pirata”, na qual fazia entre outras personagens, a presidiária Tonhão.

A bailarina das coxas grossas.

Em 1990, na novela “Rainha da Sucata”, também de Sílvio de Abreu, ela fez sucesso como Adriana, a “bailarina das coxas grossas”, que tinha um romance com o gago professor Caio (Antonio Fagundes).

Entre o cais do Porto de Santos e a capital São Paulo, se passava “Deus nos Acuda”, de 1992, na qual como a golpista Maria Escandalosa, Cláudia era a protagonista que se regenerava ao longo da trama. Nesta novela a atriz começou seu namoro e posterior casamento com o ator Edson Celulari, que era seu par romântico, como o rico Ricardo Bismachi.

Com Edson Celulari, em Deus nos Acuda (1992).

Em 1995, Cláudia deu vida à protagonista-título de “Engraçadinha, seus amores e seus pecados”, na segunda fase da minissérie. Neste mesmo ano, ela fez uma participação especial no último capítulo de “A Próxima Vítima”, como a última vítima.

Nos anos seguintes, a atriz participou de programas como “Você Decide” e “A Comédia da Vida Privada”. E estrelou seu próprio programa na Globo, o musical “Não Fuja da Raia”.

 

A vilã Ângela Vidal, de Torre de Babel.

Até que em 1998, ela volta às novelas vivendo a maquiavélica vilã Ângela Vidal, na conturbada “Torre de Babel”.

Na saga italiana de Matheu (Thiago Lacerda) e Juliana (Ana Paula Arósio), em “Terra Nostra”, de 1999, Cláudia foi a espanhola Hortência, uma personagem carregada de dramas.

Em “As Filhas da Mãe”, de 2001, Sílvio de Abreu reservou à Cláudia uma personagem diferente, a transexual Ramona, uma das filhas da mãe. Ramona se mostrava mais esperta do que as irmãs Tatiana (Andréa Beltrão) e Alessandra (Bete Coelho), nas trapaças das duas contra ela. E ainda, terminou a novela ao lado de Leonardo (Alexandre Borges), que não se conformava com a nova condição da moça.

Veja o vídeo em que Ramona reaparece em “As Filhas da Mãe

 

Em O Beijo do Vampiro (2002).

Na vampiromania de “O Beijo do Vampiro”, Cláudia Raia garantiu boas cenas ao lado de Tarcísio Meira, como os vampiros Mina e Bóris, respectivamente. Nesta época, Cláudia engravidou de sua segunda filha, Sophia, afastando-se da novela e voltando na reta final. Sua gravidez foi usada pela personagem, que gerou a vampirinha Pandorinha.

Em cena de Belíssima (2005/06).

2005 começou com Cláudia participando da minissérie “Mad Maria” e terminou com a atriz interpretando a atrapalhada Safira, de “Belíssima”. A personagem já tinha sido casada com um italiano, um português, um turco e um japonês, e termina a história com o mecânico paulistano Pascoal, vivido por Reynaldo Giannechinni.

 

Em Sete Pecados.

Em 2007, a atriz voltou a viver uma vilã em “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco. Na época, houve rumores de que Cláudia estava descontente com a personagem e com os rumos da história e teria pedido para sair. A vilã Ágatha morre com a explosão de uma bomba, que culmina no desenrolar de vários mistérios da novela.

 

Com Patrícia Pillar, em A Favorita. O autor manteve o suspense de quem era a vilã.

No ano seguinte, ao lado de Patrícia Pillar, Cláudia Raia foi uma das peças de João Emanuel Carneiro para instigar o público de “A Favorita”, que não sabia qual das personagens das atrizes era a mocinha e a vilã da história. Com todas as evidências para ser a vilã, Donatella, personagem de Cláudia, era na verdade a mocinha e Flora, a de Patrícia, era a grande vilã, que fez da vida de Donatella um inferno nos capítulos seguintes.

Em 2010, Cláudia anuncia sua separação com Edson Celulari. E logo depois, ela estreia o remake de “Ti Ti Ti”, como a divertida perua Jaqueline Maldonado. Jaqueline sempre dá um jeito para tudo e também acaba fazendo novas amizades com isso, sempre com alto astral.

Veja o vídeo com uma cena de Cláudia no primeiros capítulos de “Ti Ti Ti”

Rica, pobre, divertida, dramática, alegre, triste, mocinha, vilã… Em todas as suas personagens, Cláudia Raia consegue dar um toque diferente. E é sempre uma pessoa agradável de ver na telinha, interpretando ou como ela mesma. É uma atriz grande e uma grande atriz.

Fotos: Divulgação

Vídeos: Youtube

@diniz_paulinho


São Paulo 457 anos: Relembre algumas tramas ambientadas na cidade

Nesta terça (25), a cidade de São Paulo completa 457 anos.  Além de ser uma das principais cidades do mundo e a que acolhe pessoas de toda parte do Brasil e do mundo, a capital paulista é também cenário de muitas novelas e minisséries.

Autores como Sílvio de Abreu, Walcyr Carrasco e Maria Adelaide Amaral sempre ambientam suas tramas na terra da garoa.

Relembre algumas:

A Próxima Vítima (1995): Entre os bairros do Morumbi e do Bexiga, uma parada no Mercadão Municipal, onde estava localizada a Banca do Juca, personagem de Tony Ramos.

O Cravo e a Rosa (2000): As confusões de Catarina (Adriana Esteves) e Petrucchio (Eduardo Moscóvis) se passava na São Paulo da década de 1920.

Um Só Coração (2004): A minissérie foi uma homenagem pelos 450 anos da cidade e se passa entre os anos 1920 e 1950, retratando importantes personagens reais como Yolanda Penteado, Cicillo Matarazzo, Santos Dumont, Assis Chateaubriand, Anita Malfati, Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Pagu e Tarsíla do Amaral. Momentos importantes da história do Brasil como a Semana de Arte de 1922 também foram reproduzidos.

Sete Pecados (2007) e Caras e Bocas (2009): Ambas as novelas de autoria de Walcyr Carrasco se passavam em São Paulo, mas não exploravam muito os bairros da capital paulista.

Ciranda de Pedra (2008): Um dos núcleos da novela circulava pelo bairro da Vila Mariana, no final dos anos 1950.

 

A Favorita (2008): Em sua estreia no horário nobre, João Emanuel Carneiro escolheu a cidade para ambientar o conflito entre Flora (Patrícia Pillar) e Donatella (Cláudia Raia).

Tempos Modernos (2010): Um espigão e a Galeria do Rock ambientados na Avenida São João, na região central da cidade, eram os cenários principais da trama.

Passione (2010): Como tradicionalmente as novelas de Sílvio de Abreu se passam em São Paulo, em seu mais recente trabalho isto não foi diferente.  Alguns pontos como o mercado hortfruti Ceagesp eram mostrados na história, lá trabalhava a feirante Candê (Vera Holtz). A trama contava ainda com a perua Clô (Irene Ravache) que queria ser chique e morar no Jardim América, bairro de classe média alta da cidade.

 

Ti Ti Ti (2010): A guerra das tesouras entre Jaques Leclair (Alexandre Borges) e Victor Valentim ( Murilo Benício) transita pela metrópole e cita e mostra alguns de seus pontos como os bairros do Tatuapé e Belenzinho e a rua Anália Franco. Em uma das cenas, a personagem Jaqueline (Cláudia Raia) ameaçava se jogar do Viaduto do Chá.

Fotos: Divulgação

Passione chega ao fim revelando com obviedade a grande vilã como assassina

O 209º e último capítulo de Passione foi ao ar com quase duas horas de duração na noite dessa sexta (14).

A tão esperada resposta de quem seria o assassino de Eugênio e Saulo Gouvea veio nos minutos finais da trama, com uma culpada óbvia (a vilã), mas com um motivo surpreendente.

Em nenhum momento, ao longo destes oito meses, alguém poderia imaginar que Clara havia sido abusada por Saulo na sua infância e assim teria claros motivos para assassiná-lo.

Porém, mesmo que tenha aparecido somente no último capítulo, o motivo e o desenrolar do assassinato teve coerência.

A obviedade ficou por conta da causadora, o que tem se tornado comum nos folhetins que reservam “mistérios”. As últimas novelas que utilizaram o recurso do “quem matou” ou “quem fez o quê” decepcionaram o telespectador revelando sempre ser o vilão.

Em Belíssima (2005), do próprio Silvio de Abreu, a vilã Bia Falcão (Fernanda Montenegro) era a mandante de todo o esquema da trama. Em Celebridade (2003) e Paraíso Tropical (2007), ambas de Gilberto Braga, “quem matou Lineu (Hugo Carvana) e Taís (Alessandra Negrini)”, respectivamente, foram os grandes vilões das tramas, Laura (Claudia Abreu) e Olavo (Wagner Moura).

Outra história que Silvio repetiu de Belíssima foi fazer a vilã se passar por morta depois de um acidente de carro e não ser punida no final.

Quanto ao capítulo, repetiu o que as antecessoras têm feito, acontecimentos que poderiam ter ocorrido em outros capítulos e não necessariamente no último, o que o deixa longo.

A trama toda – Ao longo desta semana, o autor Sílvio de Abreu concedeu entrevista a diversos veículos de comunicação. Ele revelou ter ficado satisfeito com o resultado final, dizendo que saiu como ele havia previsto na sinopse.  Claro que nenhum autor vai terminar um trabalho dizendo que foi um fracasso.

O autor disse que a crítica de TV é “despreparada”, devido ao episódio da revelação do segredo do personagem Gerson, interpretado por Marcelo Antony.

Sílvio admitiu ter errado com a personagem Diana (Carolina Dieckmann), a mocinha da história e afirmou que a morte dela também estava prevista. Ele disse que tentou fazer uma heroína moderna, que tivesse o destino nas mãos, mas, o público não a perdoou e a ignorou. No início, Diana troca Mauro (Rodrigo Lombardi) por Gerson, e depois volta para Mauro.

Finalizando, o escritor principal de Passione revelou ainda que um dos momentos mais difíceis no decorrer do trabalho foi o acidente com a atriz Cleide Yáconis, que resultou no afastamento da atriz por dois meses. Ele temia que ela não pudesse voltar.

Cleide Yáconis e algumas outras atrizes como Irene Ravache e Gabriela Duarte tiveram grande destaque na novela, sendo uma das melhores coisas da mesma, com cenas divertidas e personagens diferentes das que elas costumam fazer.

Mariana Ximenez em seu primeiro papel como vilã fez um excelente trabalho. O mesmo não ocorreu com a mocinha Diana, mas, neste caso, talvez o erro tenha sido na escalação da atriz.

Fotos: Divulgação

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