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OS AMIGOS QUE NOS DIVERTEM NA FICÇÃO

Nessa quarta (20) foi comemorado o “Dia do Amigo”. Se dermos uma “zappiada” pela atual programação da TV, vamos encontrar vários ‘best friends’. A maioria deles tem nos divertido bastante.

Em “Tapas e Beijos“, Sueli (Andréa Beltrão) e Fátima (Fernanda Torres) são carne e unha e apesar do título da série, vivem mais aos beijos do que aos tapas. Na verdade, os tapas e beijos em questão são com seus respectivos namorados. As amigas, que moram e trabalham juntas, são praticamente irmãs.

Há algumas semanas, surgiram no “Zorra Total” duas amigas que têm divertido o público. Janete (Thalita Carauta) e sua ‘best friend’ Valéria (Rodrigo Sant’anna). Valéria, que era Valdemar, surripia os pretendentes que ‘bulinam’ sua amiga e virando os olhos diz: ‘Ai, como eu sou bandida!’

Divã” já se despediu da telinha. Mas, a protagonista, Mercedes, vivida por Lilia Cabral, também tinha uma grande amiga, a quem desabafava seus dilemas e desventuras. Era Tânia (Totia Meirelles). Porém, nem tudo eram flores, às vezes as amigas trocavam farpas, mas a amizade sempre prevalecia.

Assim como “Divã”, “Macho Man” também já saiu do ar. Na série, o ex-gay Zuzu (Jorge Fernando) e a ex-gorda Valéria (Marisa Orth) viviam em confusão para tentarem desencalharem em suas novas condições, ele de hétero e ela de magra.

Na novela “Morde e Assopra“, os ex-noivos se tornaram grandes amigos. Celeste (Vanessa Giácomo) e Áureo (André Gonçalves) vivem para cima e para baixo pelas ruas de Preciosa.

Ainda na novela das sete, Júlia (Adriana Esteves) e Ícaro (Mateus Solano) também são grandes confidentes um do outro.

Vídeos: Youtube

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AS CHAMADAS E ABERTURA DA NOVELA “SABOR DA PAIXÃO”

Vamos relembrar o teaser, as chamadas e abertura de “Sabor da Paixão”. A novela não foi nenhum sucesso em audiência, pelo contrário. Mas, sua abertura tinha um certo charme. A começar pelo logotipo, tudo lembrava cozinha e comida.

Os teasers apresentavam cenas do cotidiano neste ambiente, destacando o tempero do “Sabor da Paixão”.

 

Na abertura, uma porta de madeira se abria e diversas cenas em desenho em um bar, até que se chegava a uma mesa, onde o logo da novela surgia na toalha.

 

Veja também a chamada de elenco e de história:

 

A novela foi exibida entre 30 de setembro de 2002 e 21 de março de 2003. E é quase remota a possibilidade de reprise.

 

Vídeos: Youtube

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NILSON COMENTA “FERA FERIDA”

*Por Nilson Xavier

Em 1993 Aguinaldo Silva nos brindou com uma de suas melhores novelas: Fera Ferida, escrita com Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares. É uma das minha preferidas do autor. Seu universo ficcional regionalista estava todo lá, assim como o realismo fantástico, herdado de Dias Gomes. Tão herdado que Rubra Rosa e Demóstenes (Susana Veira e José Wilker) ateavam fogo na cama nas cenas calientes tal qual as personagens de Sonia Braga e Juca de Oliveira em Saramandaia, de Dias.

Raimundo Flamel, o protagonista, transformava ossos humanos em ouro. Teve até chuva dourada! Doses de nonsense e poesia se misturavam a personagens incríveis baseados na obra do escritor Lima Barreto e muito bem interpretados por um elenco afiado e dirigidos com competência pela equipe de Denis Carvalho.

Mas o grande destaque, e que deixou saudades, foi a personagem vivida por Cássia Kiss. Era impossível não amar Ilka Tibiriçá, uma solteirona amalucada que apaixonava-se por Ataliba Timbó (de Paulo Gorgulho), mas que, para consumar a relação, precisava resolver o problema de impotência dele com receitas exóticas da mais sofisticada culinária. Receitas estas que eram apresentadas ao público como em um programa de culinária. Para completar, a paixão de Ilka pelo universo sessentista do filme “O Candelabro Italiano” ao som da bela canção “Al Di La”.

“Al di la del bene piu prezioso,
Ci sei tu…”

* Nilson Xavier é criador do site Teledramaturgia e autor do livro “Almanaque da Telenovela Brasileira”. Recentemente lançou também o Blog Noveludo.

Esta coluna é publicada todos os finais de semana no Zappiando.

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ZAPPIADAS: NOTÍCIAS DA TV #1

Da Lua – Uma notícia surpreendeu o mundo televisivo nesta semana. A novela de “Mulheres de Areia” substituirá ” O Clone” no Vale a Pena Ver De Novo a partir de setembro.  A re-reprise se dá em homenagem aos 60 anos da Televisão Brasileira, assim como foi “Roque Santeiro”, em 2000. Na época era pelos 50 anos da TV.

“Mulheres de Areia” conta a história da disputa das gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires). De autoria de Ivani Ribeiro, foi originalmente exibida em 1993, atingindo audiência superior a 50 pontos, sendo a novela mais bem sucedida do horário das seis.

Somente por Amor – E por falar em “O Clone”, a Globo está satisfeita com o sucesso da reprise da novela e a esticou pela 4ª vez. A saga de amor de Jade e Lucas chegará ao fim com mais de 170 capítulos e ficará no ar por oito meses, quase o mesmo tempo do original. Assim será a segunda maior novela da sessão.

Va bene – O ator Miguel Roncato, que fez o italianinho Alfredo em “Passione”, fará uma participação especial em “Insensato Coração”, com um personagem bem diferente. Será um gay que vive na rua e acaba morto por perseguição de pitboys. O personagem começa a aparecer no final do mês.

Ametista – A estreia da novela das onze “O Astro”, na terça (12), teve média de 28 pontos de audiência na Grande São Paulo, um crescimento de 22% com relação a semana anterior. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios.

Titia – Assim como eu desconfiava, a ex-participante que voltará para a 4ª edição de “A Fazenda” será Monique Evans. Na edição anterior, a Record achou que a loira saiu muito rápido e seu potencial não foi aproveitado. “A Fazenda 4” estreia na próxima terça (19).

À casa torna – Quem está de volta a Record é Roberto Justus. O apresentador havia deixado a emissora em 2009 para migrar para o SBT. Agora de volta, não deverá comandar “O Aprendiz”, seu antigo programa, e estuda novos formatos.

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20 ANOS DO FINAL DE UMA NOVELA ‘TRANSLUMBRANTE’

Há 20 anos uma novela ‘translumbrante’ se despedia do horário das sete. Trata-se de “Lua Cheia de Amor”. Escrita por Ricardo Linhares, Ana Maria Moretzsohn e Maria Carmem Barbosa e com supervisão de texto de Gilberto Braga, a novela era baseada na peça “Dona Xepa”, de Pedro Bloch, que já havia ganhado uma versão em 1977.

“Lua Cheia” trazia Marília Pêra como a protagonista Dona Genu, uma camelô simples e batalhadora, que foi abandonada pelo marido Diogo (Francisco Cuoco) e mesmo assim espera sua volta. Ela dá duro para criar os filhos, Rodrigo (Roberto Bataglin) e Mercedes (Isabela Garcia), e lhes proporcionar boas condições de vida.

A trama traz ainda a emergente Kika Jordão (Arlete Salles), que sonha em aparecer nas colunas sociais e ser amiga da socialite Laís Souto Maia (Suzana Vieira), casada com Conrado, dono de uma agência de Publicidade. Kika cria vários neologismos, entre eles o ‘translumbrante’.

No último capítulo, Genu tem um final feliz ao lado de Túlio (Geraldo Del Rey). A cena final do capítulo mostra vários casais se beijando, em uma festa à luz do dia, na casa de Kika Jordão.

 

Vídeo: Youtube

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O 1º CAPÍTULO DE “O ASTRO”

Depois de uma grande campanha de lançamento, que causou uma grande expectativa no público e na imprensa, “O Astro”, enfim estreou nessa terça (12).

Em um bloco único, sem intervalo, o primeiro capítulo prendeu a atenção, que mal se viu passar os 35 minutos de sua duração.

Com uma narrativa ágil, com mais ações do que diálogos, o capítulo deu o ponta-pé inicial da história, contextualizando bem com os fatos que a entrelaçam, mostrando vários acontecimentos importantes.

Pouco a pouco, os personagens foram apresentados, naturalmente.

Texto rico, direção segura e elenco bem escalado e bem a vontade. Valeu a pena esperar pela “novela das onze”.

Se você perdeu o capítulo, confira nos vídeos abaixo:

Vídeos: Youtube/fabiocabelereiro

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“O ASTRO”: O AUTOR ALCIDES NOGUEIRA FALA COM EXCLUSIVIDADE AO ZAPPIANDO

Nesta terça (12), é dia de estreia na Rede Globo. Entra no ar a ‘novela das onze’ “O Astro“.

Baseada na obra de Janete Clair, uma novela que fez grande sucesso nos anos 70, a nova versão causa grande expectativa na emissora e no público.

Às vésperas da estreia, o autor Alcides Nogueira, que assina o folhetim com Geraldo Carneiro, fala com exclusividade ao Zappiando.

“É um trabalho que vendo feito com muito carinho, com muita garra, com muita vontade de acertar”, disse ele.

A primeira versão foi responsável por um dos “quem matou?” mais famosos da Teledramaturgia Brasileira. Naquela época, o público queria saber ‘quem matou Salomão Hayalla?’.  Perguntado sobre o feito para a nova versão e quem poderia ser o possível assassino, Alcides despista: “Isso é segredo de estado!”

Leia a seguir a entrevista na íntegra.

Como surgiu o convite para inaugurar o projeto? De onde partiu a ideia de ser o remake de “O Astro”? Havia outra novela cogitada?
Não se trata de um remake, mas de uma nova versão, já que houve várias alterações, a começar pelo formato. Não é uma novela, mas uma série. O pai do projeto foi o Roberto Talma. Ele convidou Geraldo Carneiro e eu para sermos os autores de o novo “O Astro”, e Mauro Mendonça Filho para ser o diretor-geral. Não havia outra novela cogitada. Foi o Talma quem “vendeu” o projeto para a emissora.

– Qual é a responsabilidade de inaugurar o projeto?
Uma responsabilidade muito grande. Mas também um desafio estimulante. “O Astro”, além de celebrar os sessenta anos da teledramaturgia brasileira e de ser uma homenagem a Janete Clair, é também a ponta de lança de um novo formato e de um novo horário para se contar histórias.

Sobre a obra, o que será diferente da trama original? Você inseriu e/ou cortou personagens?
Geraldo Carneiro e eu atualizamos as tramas de Janete. Como tenho dito sempre, os pilares da história serão mantidos, mas cortamos personagens, inserimos outros, mudamos alguns núcleos. Afinal, a versão original tinha 180 capítulos, e a nossa, 60.

Na 1ª versão, o “quem matou?” foi um dos mais famosos da Televisão Brasileira. Você manterá o assassino original ou o público pode esperar surpresas e arriscar um novo bolão?
Ah, isso é segredo de estado. Janete foi a primeira autora a explorar com maestria esse expediente teledramatúrgico. Ele vem sendo bastante usado desde então, e sempre provoca emoções. Vamos tentar manter o mesmo clima. Façam seus bolões de apostas!

Após “O Astro”, o público pode esperar por outras novelas no horário ou esta será a unica?
A proposta é que seja um novo horário para a teledramaturgia. Mais ou menos como eram as antigas novelas das dez. Só que, agora, com um formato diferente, mais próximo das séries e minisséries. Isso é ótimo, pois o folhetim televisivo é uma instituição aqui no Brasil.

Você conta em sua equipe, com dois novos talentos como colaboradores. Como está sendo trabalhar com o Vitor de Oliveira e com o Tarcísio Lara Puiati. O que você tem a dizer sobre eles?
Geraldo e eu estamos encantados com Vitor e Tarcísio, dois jovens talentos, extrema-mente promissores. São inteligentes, criativos, éticos, companheiros… e gostam da tele-visão, dessa linguagem que é única.

E por fim, a sua expectativa para este novo trabalho?
Toda a equipe torce para que dê certo, pois é um trabalho que vendo feito com muito carinho, com muita garra, com muita vontade de acertar.

Veja o vídeo com a prévia da novela, divulgado pela emissora.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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NILSON COMENTA “CAVALO AMARELO”

*Por Nilson Xavier 

Em 1983 a Band (que na época se chamava TV Bandeirantes) reprisou pelas manhãs a novela “Cavalo Amarelo”, que Ivani Ribeiro escreveu para a emissora em 1980. A trama, quase simplista, era folhetinesca: um segredo e uma paternidade desconhecida eram os grandes mistérios. Mas a novela é lembrada pelo teor humorístico por conta da presença hilariante de Dercy Gonçalves, que vivia a tresloucada Dulcinéia, dona de um show de teatro rebolado que estava na iminência de perder seu ganha-pão por conta de alugueis atrasados do teatro onde se apresentava.

Para resolver o problema, Dulcinéia se faz valer de um segredo “cabeludo” que o sovina Sr. Maldonado (interpretado pelo ator Rodolfo Mayer), dono do imóvel, esconde, e passa a chantageá-lo. Apesar da atitude nem um pouco ética da personagem, o público torcia por final feliz pela trama de Dulcinéia, que protagonizava cenas do mais puro humor nonsense – como a memorável sequência em que Dulcinéia vai se exercitar em uma academia de ginástica. Digna de programas de humor.

Amores mal resolvidos completavam a novela, como o da vedete Pepita (Yoná Magalhães) e o malandro Téo (Fulvio Stefanini). Ainda a figura de Jaci (Wanda Stephania) uma mulher que se faz passar por homem para ter uma melhor colocação no mercado de trabalho, e tem que esconder seu amor por Zeca (Kito Junqueira) que passa a ajudá-la sem saber que “o” Jaci é na verdade “a” Jaci.

* Nilson Xavier é criador do site Teledramaturgia e autor do livro “Almanaque da Telenovela Brasileira”. Recentemente lançou também o Blog Noveludo.

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HÁ 5 ANOS O BRASIL PARAVA PARA VER O FINAL DE “BELÍSSIMA”

 Em julho de 2006 estava acontecendo a Copa do Mundo, na Alemanha. Mas, como o Brasil já havia sido eliminado do mundial, outro suspense aguçava a curiosidade dos brasileiros. Quem era o filho de Bia Falcão (Fernanda Montenegro) e quem era o mandante do golpe de André (Marcelo Antony), em “Belíssima”?

Para despistar a imprensa, o autor Sílvio de Abreu escreveu cinco finais, e várias cenas falsas foram gravadas.

O capítulo começa com Bia tentando fugir com sua bisneta Sabina (Marina Ruy Barbosa), filha de Vitória (Cláudia Abreu), e atira na direção de André e Vitória. O tiro acaba acertando nele e ele morre no hospital, após declarar a Júlia (Glória Pires) que acabou se apaixonando por ela.

Antes de morrer, André revela também que Bia era a mentora do golpe e que o advogado Medeiros (Ítalo Rossi) era o seu cúmplice. Era Bia e o advogado quem falava com André ao telefone, ao longo da trama, e te dava ordens. Ivete, a secretária da Belíssima, era na verdade amante de Medeiros e estava infiltrada na empresa.

Vitória descobre que ela que é a filha que Bia teve com Murat (Lima Duarte). A moça vai tirar satisfações com sua mãe biológica, de quem ouve as amargas palavras: “Eu não quis você quando você nasceu. Eu não quero você agora. Eu não vou querer você nunca na minha vida”. Quando autuada pela polícia, Bia finge que está passando mal e acaba fugindo pelo banheiro. A vilã foge de helicóptero e tem um final feliz em Paris ao lado de Mateus (Cauã Reymond), o garoto que era amante de sua amiga Ornela (Vera Holtz).

O longo capítulo ainda reservou finais felizes. Em uma homenagem a Chanchada e à Atlântida, as ex-vedetes Mary Montilla (Carmem Verônica) e Guida Guevara (Íris Bruzzi) fizeram um show dirigido pelo diretor Carlos Manga, com produção de Gigi (Pedro Paulo Rangel).

Mônica (Camila Pitanga) terminou feliz com Cemil (Leopoldo Pacheco) e o menino Toninho. Depois de muitas brigas, Safira (Cláudia Raia) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini) se rendem à paixão e abalam às estruturas da oficina dele, levando até as paredes ao chão.

Nikos (Tony Ramos) enfim conseguiu o que tanto queria: ficou com Júlia. Em uma bela cena na Grécia, onde se passou parte da novela.

O capítulo ficou marcou 60 pontos de audiência, com 80% de share (total de televisores ligados no horário).

“Belíssima” foi uma boa novela, com enredo envolvendo e ótimas atuações. Porém, confesso que torcia para que Bia não fosse a mentora do golpe, pois torço sempre por finais surpreendentes. Mas, em uma avaliação geral, conseguiu prender a atenção do telespectador e fez sucesso.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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O QUE ESTÁ ROLANDO…

Roça moderna – A 4ª edição de “A Fazenda” estreia no próximo dia 19 na Record, com 15 participantes, entre eles um de alguma edição anterior do reality. A locação do programa, em Itu, interior de São Paulo, foi toda reformada. A casa está mais moderna e colorida, para explorar o potencial da captação em alta definição.

Em família – A 3ª temporada de “Amor e Sexo” está de volta nesta quinta (7), na Globo. Sob o comando de Fernanda Lima, o programa contará com a participação do ator Rodrigo Hilbert, marido da apresentadora, no quadro “Coisa de Macho”, e de André Marques, no “Sexo Selvagem”. O quadro “Strip Quiz”, no qual famosos respondem perguntas sobre sexo, agora será com casais. E no programa de estreia, Fernanda Lima recebe Flávia Alessandra e Otaviano Costa enfrentando um casal gay, o socialite Bruno Chateaubriand e o empresário André Ramos.

Dança das Cadeiras – O SBT divulgou a lista de nomes dos substitutos de Eliana durante a licença-maternidade da apresentadora. O programa será comandado sempre por uma dupla formada por um apresentador da casa e um convidado. Raul Gil, Ratinho e Lívia Andrade são alguns dos que dividirão o palco com Joelma, Michel Teló, Fernando e Sorocaba, João Bosco e Vinicius e Léo Santana, do Parangolé. Eliana ficará nove semanas afastada. Ela grava até dia 14 de julho e fica no ar até dia 31 próximo. O rodízio começa dia 07 de agosto e Eliana volta na segunda semana de outubro (9) no programa do Dia das Crianças.

Clube – Nesta quarta (6), Ratinho estreia o “Clube do Ratinho”, com atrações musicais e humor, no estilo do seu antigo “Boteco do Ratinho”.

Efeito Datena – Com a ida de Datena para Record a emissora registrou crescimento no horário. Já na Band, o “Brasil Urgente”, agora comandado por Luciano Faccioli, despencou a audiência.

Subindo – E por falar em audiência, a de “Insensato Coração” também subiu. Entre os dias 20 e 24 registrou média de 39,4 pontos. E na semana passada, fechou com  média de 42,8 pontos.

É ritmo de festa! – Na semana em que comemora 30 anos, será de festividades no SBT. Todos os programas da emissora, mesmo sem se referir ao aniversário, será em clima de festa.

#Será? – A novela da onze “O Astro” estreia na próxima terça (12). Nesta quarta (6), acontece a festa de lançamento, no Rio.

O que salva – Uma das melhores coisas atualmente no “Zorra Total” são os personagens Valéria e Janete, interpretados por Rodrigo Sant’anna e Thalita Carauta, respectivamente. Com a caracterização os atores ficam irreconhecíveis.

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