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AS CHAMADAS E ABERTURA DA NOVELA “SABOR DA PAIXÃO”

Vamos relembrar o teaser, as chamadas e abertura de “Sabor da Paixão”. A novela não foi nenhum sucesso em audiência, pelo contrário. Mas, sua abertura tinha um certo charme. A começar pelo logotipo, tudo lembrava cozinha e comida.

Os teasers apresentavam cenas do cotidiano neste ambiente, destacando o tempero do “Sabor da Paixão”.

 

Na abertura, uma porta de madeira se abria e diversas cenas em desenho em um bar, até que se chegava a uma mesa, onde o logo da novela surgia na toalha.

 

Veja também a chamada de elenco e de história:

 

A novela foi exibida entre 30 de setembro de 2002 e 21 de março de 2003. E é quase remota a possibilidade de reprise.

 

Vídeos: Youtube

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“O ASTRO”: RELEMBRE A 1ª VERSÃO DA NOVELA

Nessa terça (12) estreou a nova versão de “O Astro”, na Rede Globo.  A nova novela é baseada na original de Janete Clair, que foi ao ar entre 1977 e 78, e foi um grande sucesso.

Veja alguns momentos marcantes da primeira versão da novela.

A abertura

 

Amanda (Dina Sfat) e Herculano Quintanilha (Francisco Cuoco)

 

Márcio (Tony Ramos) sai de casa nu

 

Quem matou Salomão Hayalla?

 

Vídeos: Youtube

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NILSON COMENTA “FERA FERIDA”

*Por Nilson Xavier

Em 1993 Aguinaldo Silva nos brindou com uma de suas melhores novelas: Fera Ferida, escrita com Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares. É uma das minha preferidas do autor. Seu universo ficcional regionalista estava todo lá, assim como o realismo fantástico, herdado de Dias Gomes. Tão herdado que Rubra Rosa e Demóstenes (Susana Veira e José Wilker) ateavam fogo na cama nas cenas calientes tal qual as personagens de Sonia Braga e Juca de Oliveira em Saramandaia, de Dias.

Raimundo Flamel, o protagonista, transformava ossos humanos em ouro. Teve até chuva dourada! Doses de nonsense e poesia se misturavam a personagens incríveis baseados na obra do escritor Lima Barreto e muito bem interpretados por um elenco afiado e dirigidos com competência pela equipe de Denis Carvalho.

Mas o grande destaque, e que deixou saudades, foi a personagem vivida por Cássia Kiss. Era impossível não amar Ilka Tibiriçá, uma solteirona amalucada que apaixonava-se por Ataliba Timbó (de Paulo Gorgulho), mas que, para consumar a relação, precisava resolver o problema de impotência dele com receitas exóticas da mais sofisticada culinária. Receitas estas que eram apresentadas ao público como em um programa de culinária. Para completar, a paixão de Ilka pelo universo sessentista do filme “O Candelabro Italiano” ao som da bela canção “Al Di La”.

“Al di la del bene piu prezioso,
Ci sei tu…”

* Nilson Xavier é criador do site Teledramaturgia e autor do livro “Almanaque da Telenovela Brasileira”. Recentemente lançou também o Blog Noveludo.

Esta coluna é publicada todos os finais de semana no Zappiando.

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ZAPPIADAS: NOTÍCIAS DA TV #1

Da Lua – Uma notícia surpreendeu o mundo televisivo nesta semana. A novela de “Mulheres de Areia” substituirá ” O Clone” no Vale a Pena Ver De Novo a partir de setembro.  A re-reprise se dá em homenagem aos 60 anos da Televisão Brasileira, assim como foi “Roque Santeiro”, em 2000. Na época era pelos 50 anos da TV.

“Mulheres de Areia” conta a história da disputa das gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires). De autoria de Ivani Ribeiro, foi originalmente exibida em 1993, atingindo audiência superior a 50 pontos, sendo a novela mais bem sucedida do horário das seis.

Somente por Amor – E por falar em “O Clone”, a Globo está satisfeita com o sucesso da reprise da novela e a esticou pela 4ª vez. A saga de amor de Jade e Lucas chegará ao fim com mais de 170 capítulos e ficará no ar por oito meses, quase o mesmo tempo do original. Assim será a segunda maior novela da sessão.

Va bene – O ator Miguel Roncato, que fez o italianinho Alfredo em “Passione”, fará uma participação especial em “Insensato Coração”, com um personagem bem diferente. Será um gay que vive na rua e acaba morto por perseguição de pitboys. O personagem começa a aparecer no final do mês.

Ametista – A estreia da novela das onze “O Astro”, na terça (12), teve média de 28 pontos de audiência na Grande São Paulo, um crescimento de 22% com relação a semana anterior. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios.

Titia – Assim como eu desconfiava, a ex-participante que voltará para a 4ª edição de “A Fazenda” será Monique Evans. Na edição anterior, a Record achou que a loira saiu muito rápido e seu potencial não foi aproveitado. “A Fazenda 4” estreia na próxima terça (19).

À casa torna – Quem está de volta a Record é Roberto Justus. O apresentador havia deixado a emissora em 2009 para migrar para o SBT. Agora de volta, não deverá comandar “O Aprendiz”, seu antigo programa, e estuda novos formatos.

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20 ANOS DO FINAL DE UMA NOVELA ‘TRANSLUMBRANTE’

Há 20 anos uma novela ‘translumbrante’ se despedia do horário das sete. Trata-se de “Lua Cheia de Amor”. Escrita por Ricardo Linhares, Ana Maria Moretzsohn e Maria Carmem Barbosa e com supervisão de texto de Gilberto Braga, a novela era baseada na peça “Dona Xepa”, de Pedro Bloch, que já havia ganhado uma versão em 1977.

“Lua Cheia” trazia Marília Pêra como a protagonista Dona Genu, uma camelô simples e batalhadora, que foi abandonada pelo marido Diogo (Francisco Cuoco) e mesmo assim espera sua volta. Ela dá duro para criar os filhos, Rodrigo (Roberto Bataglin) e Mercedes (Isabela Garcia), e lhes proporcionar boas condições de vida.

A trama traz ainda a emergente Kika Jordão (Arlete Salles), que sonha em aparecer nas colunas sociais e ser amiga da socialite Laís Souto Maia (Suzana Vieira), casada com Conrado, dono de uma agência de Publicidade. Kika cria vários neologismos, entre eles o ‘translumbrante’.

No último capítulo, Genu tem um final feliz ao lado de Túlio (Geraldo Del Rey). A cena final do capítulo mostra vários casais se beijando, em uma festa à luz do dia, na casa de Kika Jordão.

 

Vídeo: Youtube

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O 1º CAPÍTULO DE “O ASTRO”

Depois de uma grande campanha de lançamento, que causou uma grande expectativa no público e na imprensa, “O Astro”, enfim estreou nessa terça (12).

Em um bloco único, sem intervalo, o primeiro capítulo prendeu a atenção, que mal se viu passar os 35 minutos de sua duração.

Com uma narrativa ágil, com mais ações do que diálogos, o capítulo deu o ponta-pé inicial da história, contextualizando bem com os fatos que a entrelaçam, mostrando vários acontecimentos importantes.

Pouco a pouco, os personagens foram apresentados, naturalmente.

Texto rico, direção segura e elenco bem escalado e bem a vontade. Valeu a pena esperar pela “novela das onze”.

Se você perdeu o capítulo, confira nos vídeos abaixo:

Vídeos: Youtube/fabiocabelereiro

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“O ASTRO”: O AUTOR ALCIDES NOGUEIRA FALA COM EXCLUSIVIDADE AO ZAPPIANDO

Nesta terça (12), é dia de estreia na Rede Globo. Entra no ar a ‘novela das onze’ “O Astro“.

Baseada na obra de Janete Clair, uma novela que fez grande sucesso nos anos 70, a nova versão causa grande expectativa na emissora e no público.

Às vésperas da estreia, o autor Alcides Nogueira, que assina o folhetim com Geraldo Carneiro, fala com exclusividade ao Zappiando.

“É um trabalho que vendo feito com muito carinho, com muita garra, com muita vontade de acertar”, disse ele.

A primeira versão foi responsável por um dos “quem matou?” mais famosos da Teledramaturgia Brasileira. Naquela época, o público queria saber ‘quem matou Salomão Hayalla?’.  Perguntado sobre o feito para a nova versão e quem poderia ser o possível assassino, Alcides despista: “Isso é segredo de estado!”

Leia a seguir a entrevista na íntegra.

Como surgiu o convite para inaugurar o projeto? De onde partiu a ideia de ser o remake de “O Astro”? Havia outra novela cogitada?
Não se trata de um remake, mas de uma nova versão, já que houve várias alterações, a começar pelo formato. Não é uma novela, mas uma série. O pai do projeto foi o Roberto Talma. Ele convidou Geraldo Carneiro e eu para sermos os autores de o novo “O Astro”, e Mauro Mendonça Filho para ser o diretor-geral. Não havia outra novela cogitada. Foi o Talma quem “vendeu” o projeto para a emissora.

– Qual é a responsabilidade de inaugurar o projeto?
Uma responsabilidade muito grande. Mas também um desafio estimulante. “O Astro”, além de celebrar os sessenta anos da teledramaturgia brasileira e de ser uma homenagem a Janete Clair, é também a ponta de lança de um novo formato e de um novo horário para se contar histórias.

Sobre a obra, o que será diferente da trama original? Você inseriu e/ou cortou personagens?
Geraldo Carneiro e eu atualizamos as tramas de Janete. Como tenho dito sempre, os pilares da história serão mantidos, mas cortamos personagens, inserimos outros, mudamos alguns núcleos. Afinal, a versão original tinha 180 capítulos, e a nossa, 60.

Na 1ª versão, o “quem matou?” foi um dos mais famosos da Televisão Brasileira. Você manterá o assassino original ou o público pode esperar surpresas e arriscar um novo bolão?
Ah, isso é segredo de estado. Janete foi a primeira autora a explorar com maestria esse expediente teledramatúrgico. Ele vem sendo bastante usado desde então, e sempre provoca emoções. Vamos tentar manter o mesmo clima. Façam seus bolões de apostas!

Após “O Astro”, o público pode esperar por outras novelas no horário ou esta será a unica?
A proposta é que seja um novo horário para a teledramaturgia. Mais ou menos como eram as antigas novelas das dez. Só que, agora, com um formato diferente, mais próximo das séries e minisséries. Isso é ótimo, pois o folhetim televisivo é uma instituição aqui no Brasil.

Você conta em sua equipe, com dois novos talentos como colaboradores. Como está sendo trabalhar com o Vitor de Oliveira e com o Tarcísio Lara Puiati. O que você tem a dizer sobre eles?
Geraldo e eu estamos encantados com Vitor e Tarcísio, dois jovens talentos, extrema-mente promissores. São inteligentes, criativos, éticos, companheiros… e gostam da tele-visão, dessa linguagem que é única.

E por fim, a sua expectativa para este novo trabalho?
Toda a equipe torce para que dê certo, pois é um trabalho que vendo feito com muito carinho, com muita garra, com muita vontade de acertar.

Veja o vídeo com a prévia da novela, divulgado pela emissora.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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HÁ 5 ANOS O BRASIL PARAVA PARA VER O FINAL DE “BELÍSSIMA”

 Em julho de 2006 estava acontecendo a Copa do Mundo, na Alemanha. Mas, como o Brasil já havia sido eliminado do mundial, outro suspense aguçava a curiosidade dos brasileiros. Quem era o filho de Bia Falcão (Fernanda Montenegro) e quem era o mandante do golpe de André (Marcelo Antony), em “Belíssima”?

Para despistar a imprensa, o autor Sílvio de Abreu escreveu cinco finais, e várias cenas falsas foram gravadas.

O capítulo começa com Bia tentando fugir com sua bisneta Sabina (Marina Ruy Barbosa), filha de Vitória (Cláudia Abreu), e atira na direção de André e Vitória. O tiro acaba acertando nele e ele morre no hospital, após declarar a Júlia (Glória Pires) que acabou se apaixonando por ela.

Antes de morrer, André revela também que Bia era a mentora do golpe e que o advogado Medeiros (Ítalo Rossi) era o seu cúmplice. Era Bia e o advogado quem falava com André ao telefone, ao longo da trama, e te dava ordens. Ivete, a secretária da Belíssima, era na verdade amante de Medeiros e estava infiltrada na empresa.

Vitória descobre que ela que é a filha que Bia teve com Murat (Lima Duarte). A moça vai tirar satisfações com sua mãe biológica, de quem ouve as amargas palavras: “Eu não quis você quando você nasceu. Eu não quero você agora. Eu não vou querer você nunca na minha vida”. Quando autuada pela polícia, Bia finge que está passando mal e acaba fugindo pelo banheiro. A vilã foge de helicóptero e tem um final feliz em Paris ao lado de Mateus (Cauã Reymond), o garoto que era amante de sua amiga Ornela (Vera Holtz).

O longo capítulo ainda reservou finais felizes. Em uma homenagem a Chanchada e à Atlântida, as ex-vedetes Mary Montilla (Carmem Verônica) e Guida Guevara (Íris Bruzzi) fizeram um show dirigido pelo diretor Carlos Manga, com produção de Gigi (Pedro Paulo Rangel).

Mônica (Camila Pitanga) terminou feliz com Cemil (Leopoldo Pacheco) e o menino Toninho. Depois de muitas brigas, Safira (Cláudia Raia) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini) se rendem à paixão e abalam às estruturas da oficina dele, levando até as paredes ao chão.

Nikos (Tony Ramos) enfim conseguiu o que tanto queria: ficou com Júlia. Em uma bela cena na Grécia, onde se passou parte da novela.

O capítulo ficou marcou 60 pontos de audiência, com 80% de share (total de televisores ligados no horário).

“Belíssima” foi uma boa novela, com enredo envolvendo e ótimas atuações. Porém, confesso que torcia para que Bia não fosse a mentora do golpe, pois torço sempre por finais surpreendentes. Mas, em uma avaliação geral, conseguiu prender a atenção do telespectador e fez sucesso.

Foto e Vídeo: Divulgação/Youtube

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O QUE ESTÁ ROLANDO…

Roça moderna – A 4ª edição de “A Fazenda” estreia no próximo dia 19 na Record, com 15 participantes, entre eles um de alguma edição anterior do reality. A locação do programa, em Itu, interior de São Paulo, foi toda reformada. A casa está mais moderna e colorida, para explorar o potencial da captação em alta definição.

Em família – A 3ª temporada de “Amor e Sexo” está de volta nesta quinta (7), na Globo. Sob o comando de Fernanda Lima, o programa contará com a participação do ator Rodrigo Hilbert, marido da apresentadora, no quadro “Coisa de Macho”, e de André Marques, no “Sexo Selvagem”. O quadro “Strip Quiz”, no qual famosos respondem perguntas sobre sexo, agora será com casais. E no programa de estreia, Fernanda Lima recebe Flávia Alessandra e Otaviano Costa enfrentando um casal gay, o socialite Bruno Chateaubriand e o empresário André Ramos.

Dança das Cadeiras – O SBT divulgou a lista de nomes dos substitutos de Eliana durante a licença-maternidade da apresentadora. O programa será comandado sempre por uma dupla formada por um apresentador da casa e um convidado. Raul Gil, Ratinho e Lívia Andrade são alguns dos que dividirão o palco com Joelma, Michel Teló, Fernando e Sorocaba, João Bosco e Vinicius e Léo Santana, do Parangolé. Eliana ficará nove semanas afastada. Ela grava até dia 14 de julho e fica no ar até dia 31 próximo. O rodízio começa dia 07 de agosto e Eliana volta na segunda semana de outubro (9) no programa do Dia das Crianças.

Clube – Nesta quarta (6), Ratinho estreia o “Clube do Ratinho”, com atrações musicais e humor, no estilo do seu antigo “Boteco do Ratinho”.

Efeito Datena – Com a ida de Datena para Record a emissora registrou crescimento no horário. Já na Band, o “Brasil Urgente”, agora comandado por Luciano Faccioli, despencou a audiência.

Subindo – E por falar em audiência, a de “Insensato Coração” também subiu. Entre os dias 20 e 24 registrou média de 39,4 pontos. E na semana passada, fechou com  média de 42,8 pontos.

É ritmo de festa! – Na semana em que comemora 30 anos, será de festividades no SBT. Todos os programas da emissora, mesmo sem se referir ao aniversário, será em clima de festa.

#Será? – A novela da onze “O Astro” estreia na próxima terça (12). Nesta quarta (6), acontece a festa de lançamento, no Rio.

O que salva – Uma das melhores coisas atualmente no “Zorra Total” são os personagens Valéria e Janete, interpretados por Rodrigo Sant’anna e Thalita Carauta, respectivamente. Com a caracterização os atores ficam irreconhecíveis.

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A TRAJETÓRIA DE ADRIANA ESTEVES

Ela foi descoberta em um concurso no programa do Faustão, daí então foi fazendo trabalhos na TV e ganhando seu espaço. No inicio, foi até criticada, mas, se tornou uma grande atriz. Tem tino para a comédia e dose certa para o drama. Nos últimos anos, foi presenteada com várias protagonistas, como a da atual novela das sete, “Morde e Assopra“. Vamos acompanhar a trajetória da atriz Adriana Esteves.

Em 1989, no quadro Estrela por um dia, do “Domingão do Faustão“, Adriana disputou com Flávia Alessandra e Gabriela Duarte uma vaga para a novela “Top Model“. Flávia acabou vencendo e ficou com o papel prometido, porém, Adriana e Gabriela também participaram da novela.

Em "Meu Bem Meu Mal", sua 2ª novela.

No ano seguinte, a atriz deu vida a jovem Patrícia, em “Meu Bem Meu Mal“. Na trama de Cassiano Gabus Mendes, a personagem se aproximava de Ricardo Miranda (José Mayer) para uma vingança de família. Por fim, ela acaba se apaixonando verdadeiramente e eles ficam juntos no final.

Com Maurício Mattar, em "Pedro Sobre Pedra".

Em 1992, ao lado de Maurício Mattar viveu um romance à la Romeu e Julieta, em “Pedra Sobre Pedra“. Os personagens eram filhos dos inimigos Pillar Batista (Renata Sorrah) e Murilo Pontes (Lima Duarte), respectivamente.

Em "Renascer", como Mariana.

Em 1993, Adriana foi criticada pela mídia por conta de sua atuação em “Renascer“, como Mariana.

Ao lado de Edson Celulari, seu par na minissérie "Decadência"

Na forte minissérie “Decadência“, de 1995, a qual retratava o declínio de uma família conservadora e a política do Brasil entre os anos de 1984 e 1992, a atriz viveu a protagonista Carla. A personagem vive um romance com o ex-motorista da família, vivido por Edson Celulari, mesmo tendo ideais diferentes.

Na novela "Razão de Viver", no SBT.

Em 1996, Adriana trocou a Globo pelo SBT e protagonizou ao lado de Irene Ravache e Joana Fomm, a novela “Razão de Viver“. Nesta época conheceu seu primeiro marido, o ator Marco Ricco, com quem teve um filho e ficou casada até 2003.

Na 2ª fase de "A Indomada", como Helena.

No ano seguinte, voltou a Globo, protagonizando a novela “A Indomada“. Na obra de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, viveu Eulália, na 1ª fase, e Lúcia Helena, na 2ª, e novamente fez par romântico com José Mayer.

Em “Torre de Babel“, em 1998, começou a mostrar o seu lado cômico, como a vilã Sandrinha. No último capítulo, descobre-se que a personagem era a culpada pela explosão do shopping, que suscitava no grande mistério da trama.

Começando os anos 2000, em um papel bem diferente do que havia feito até então. No horário das seis, encarnou a feminista Catarina Batista, que vivia como cão e gato com o o rústico Julião Petrucchio (Eduardo Moscóvis), em “O Cravo e a Rosa“. Na trama de Walcyr Carrasco, ela atirava pratos e vasos para todos os lados.

Em 2002, continuou no horário das seis, agora com ares de vilania, dando expediente como a mimada Amélinha Mourão, em “Coração de Estudante“. Na segunda metade da novela, e personagem ficou engraçada e teve um final feliz ao lado do apaixonado peão Nélio (Vladimir Britcha).

Em 2003, Adriana repetiu o par com Britcha no início de “Kubanacan“. Alguns anos depois se ele tornaria seu marido. Neste mesmo ano, ela se separou de Marco Ricca.

Em “Kubanacan“, a atriz vivia a dona-de-casa que se torna cantora, Lola Calderón. E fez par pela primeira vez com Marcos Pasquim, que vivia o protagonista Esteban Maroto.

Em 2004, ela participou dos primeiros capítulos de “Senhora do Destino“, sendo a vilã Nazaré Tedesco, na 1ª fase da novela. A participação foi curta, mas boa o suficiente para ser lembrada pelo bom trabalho da atriz.

Com Pasquim em "A Lua Me Disse".

Em 2005, Adriana e Pasquim repetiam o par, em “A Lua Me Disse“, mas, no decorrer da trama, o personagem dele se torna vilão. E a dela, a protagonista Heloísa, se apaixona por Gustavo, vivido por Wagner Moura, em sua estreia em novelas. Mesmo a trama de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa sendo bem-humorada, Heloísa tinha uma carga dramática mais forte.

Dois anos depois, a Globo resolve colocar no ar como série o especial de fim de ano “Toma Lá Dá Cá“, na qual Adriana encarna a divertida dona-de-casa Celinha. A série ficou no ar entre 2007 e 2009, em três temporadas. Celinha era casada com Mário Jorge (Miguel Falabella) e vizinha de seu ex-marido, Arnaldo (Diogo Vilela), agora casado com a ex de seu marido, Rita (Marisa Orth). Quando nervosa, Celinha saltitava a mão no peito, tendo palpitações.

Na minissérie "Dalva e Herivelto".

Enquanto ainda estava no ar na última temporada de “Toma Lá Da Cá“, a atriz gravou a minissérie “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor“, interpretando a cantora Dalva de Oliveira, ao lado de Fábio Assunção, que vivia o compositor Herivelto Martins. A minissérie em 5 capítulos foi ao ar toda gravada, em janeiro de 2010.

Também em 2010, Adriana participou da série “As Cariocas“, protagonizando o episódio A Vingativa do Meier.

Na atual novela das sete, "Morde e Assopra".

Agora em 2011, ela pode ser vista como a pesquisadora Júlia, protagonista da novela das sete, “Morde e Assopra“. Em sua segunda novela de Walcyr Carrasco, a atriz faz par romântico pela terceira vez com Marcos Pasquim. No início das gravações, Adriana Esteves viajou com a equipe para o Japão. Na época, concedeu uma entrevista a um jornal, no qual falava emocionada sobre a viagem. Após pesquisa com telespectadores, o autor aumentou a participação da personagem nos demais núcleos da novela, sinal da boa aceitação da protagonista.

Em mais de 20 anos de carreira, é perceptível um amadurecimento da atriz. Ao longo desses anos, ela coleciona diferentes personagens, entre dramas e comédias, sempre pontuadas pela sua excelente interpretação.

Fotos e Vídeos: Divulgação/Youtube

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